Os setores públicos da Saúde e Infraestrutura, pelo asfalto, são os itens que lideram ranking de reclamações da população de Campo Grande. Um leva ao outro, devido a falta de limpeza, esgoto, organização física, dentre outras consequências, que justificam o pleito de melhorias e ou mesmo da existência na vida de muitos moradores dos bairros da Capital. Saúde e asfalto também não são novidades e quase sempre estão no topo de pesquisas na área.
A falta de médicos ou de vagas na saúde e a qualidade ou falta de asfalto foram os principais problemas citados por pelos Campo-Grandenses na pesquisa do Instituto Ranking, divulgada nesta segunda-feira (18). O levantamento, como citado acima, revessa as vezes com a Segurança Pública e sobre o transporte coletivo.
Mas, desta vez, a atual percepção ou realidade da maioria, é que saúde ocupa o primeiro lugar entre as reclamações, com 22,6% das citações; seguido pela falta de asfalto ou de recapeamento, com 20,30%.
A realidade vinda ainda da crise econômica e social, dos últimos quatro anos, de ineficiente Governo Federal, coloca a falta de emprego em terceiro lugar, com 17,20%. Em seguida, na quarta posição, está os impostos e taxas, apontada por 12,15% dos entrevistados.
Veja demais itens na lista baixo
A falta de moradia é citada por 8,2% dos entrevistados e o transporte coletivo por 7,80%. Em seguida, aparecem: limpeza da cidade, 6,5%; eventos/turismo, 5,45%; drogados na rua, 4,2%; lazer, cultura e esporte, com 3,4%.

O instituto também perguntou o que melhorou na cidade de Campo Grande e a saúde apareceu em primeiro lugar, com 12,2% das citações, seguida por reforma das escolas, 10,4%; parceria com Governo, 7,8% e lançamento do hospital municipal, 6,45%.






















