O grupo de 75 voluntários embarca na próxima quarta-feira, dia 1, e permanece nas aldeias até o dia 5 de maio
29/04/2019 18h40
Por: Bianca Bianchi
O Instituto Amigos do Coração (IAC), organização não-governamental sem fins lucrativos que realiza ações solidárias em Mato Grosso do Sul, está mobilizando sua rede voluntários de Campo Grande e de outras cidades brasileiras para levar sua terceira missão doProjeto Devolvendo Sorrisos até as aldeias indígenas Nhanderu Marangatu e Campestre, localizadas em Antônio João, sul do estado. O grupo de 75 voluntários embarca na próxima quarta-feira, dia 1, e permanece nas aldeias até o dia 5 de maio.
Nas duas comunidades vivem cerca de 1.200 indígenas da etnia Guarani em situação de extrema vulnerabilidade social. Os voluntários vão levar roupas, alimentos, utensílios domésticos, material escolar, brinquedos, remédios, e, vão oferecer, também, cortes de cabelo e atendimentos em saúde, com uma equipe de médicos de diversas especialidades, dentistas, veterinários e farmacêutico. A missão conta ainda com três unidades móveis, onde são feitos os procedimentos médico-odontológicos e o atendimento veterinário para pequenos animais das aldeias.
A missão começou a ser preparada há seis meses, período em que a rede de voluntários do IAC arrecadou toneladas de doações, que serão levadas em caminhões do Exército Brasileiro. O embarque dos produtos será feito na terça-feira, a partir das 17h, quando dezenas de pessoas farão uma grande fila indiana para, de mão em mão, carregar 350 caixas de roupas e sapatos e quase 4 toneladas de alimentos..
O IAC nasceu em 2012, quando um grupo de amigos decidiu se juntar, arregaçar as mangas e fazer serviços voluntários detransformação social na própria cidade em que moravam. A iniciativa deu tão certo que tornou-se uma corrente do bem: de amigo em amigo, hoje o IAC conta com aproximadamente, 300 voluntários cadastrados que atuam nos projetos que acontecem o ano todo. Gente que soma tempo, dedicação, talento e solidariedade a asilos, comunidades carentes, clínicas de recuperação e aldeias indígenas.





















