Antes que aproximadamente 190 mil estudantes retornem às salas de aula no próximo dia 10, a Rede Estadual de Ensino de Mato Grosso do Sul inicia na próxima segunda-feira (3) a Jornada Formativa do 3º bimestre. A iniciativa propõe aos professores, coordenadores e gestores uma análise dos resultados do primeiro semestre, identificando desafios para reorganizar o planejamento pedagógico e fortalecer as aprendizagens ao longo da segunda etapa do ano letivo.
Com o tema ‘Do diagnóstico à ação: replanejamento pedagógico para o fortalecimento das aprendizagens’, a Jornada busca transformar informações e evidências em decisões capazes de produzir impacto direto na sala de aula.
Da análise à prática pedagógica, a proposta atende a uma premissa simples: cada escola possui uma realidade própria e, por isso, o planejamento precisa dialogar com os dados educacionais, as necessidades dos estudantes e os desafios identificados pelas equipes escolares.
Serão quatro dias de formação. Os profissionais serão convidados a responder perguntas que orientam o trabalho pedagógico, como quais aprendizagens precisam ser fortalecidas, quais barreiras ainda dificultam a participação dos estudantes e quais estratégias podem tornar as aulas mais participativas e significativas.
A programação está organizada para conduzir as equipes em um percurso formativo progressivo. O primeiro momento é dedicado ao alinhamento das prioridades de cada unidade escolar. Em seguida, os docentes aprofundam os estudos sobre o Desenho Universal para a Aprendizagem, o DUA, que fortalece práticas voltadas à inclusão e à participação de todos os estudantes.
Na sequência, a formação contempla metodologias ativas para o Ensino Fundamental e o planejamento dos Itinerários Formativos no Ensino Médio. O encerramento da Jornada está dedicado ao planejamento reverso, estratégia que organiza o ensino a partir das aprendizagens esperadas, articulando modelos de avaliações e intervenções pedagógicas, como eventos educativos.
Esse alinhamento pedagógico permite ainda o reforço da cultura de planejamento compartilhado entre professores, coordenação pedagógica e gestão escolar, estimulando que as decisões sejam tomadas de forma colaborativa e fundamentadas em evidências produzidas pela própria escola.





















