O evento ocorre na Escola Municipal Professor Wilson Taveira Rosalino , no Conjunto Aero Rancho.
03/02/2020 19h38
Por: Redação
A 2ª etapa da operação Mosquito Zero, com o slogan “É matar ou morrer”, que visa o combate ao mosquito Aedes aegipty em Campo Grande será lançada nesta terça-feira (4) às 9 horas, na Escola Municipal Professor Wilson Taveira Rosalino, no Conjunto Aero Rancho.
No sábado (1º) e domingo (2), cerca de 60 agentes da Coordenadoria de Controle de Endemias Vetoriais (CCEV), da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) de Campo Grande, inspecionaram 1.155 imóveis durante ação que antecede o início da segunda etapa da campanha na região do Anhanduizinho.
Foram desmontados 78 focos do mosquito Aedes aegypti, 2.054 depósitos encontrados e 1.216 eliminados nos dois dias de ação.
Também houve a instalçaõ de pontos de descarte para que a população possa levar materiais inservíveis de grande volume, como sofás, geladeiras, móveis em geral, entre outros.
Área 01: R. Catiguá com R. Medrado e R. Maria de Lurdes Vieira de Almeida – Bairro Centro-Oeste.
Área 02: R. Iemanjá com R. Tumbergia e R Gerbera – Bairro Aero Rancho.
Área 03: Av. Sen. Filinto Muller com R. Gabriel Abraão e R. Gabriel Abrão – Bairro Parati.
Área 04: R. Elvira Pacheco Sampaio com R. Belmira com R. Julia Pereira de Souza – Bairro Alves Pereira
Área 05: R. Dom Fernandes Sardinha com R. Benedito Viana com R. Aristides Lobo – Bairro Los Angeles
Área 06: R. Antônio Carlos Esporotto com R. Dario Anhaia Filho – Bairro Lageado
A “Operação Mosquito Zero – É matar ou morrer” é uma iniciativa da Prefeitura Campo Grande e envolve diversos órgãos da administração municipal e instituições públicas e privadas parceiras. A ção será realizada em todas as regiões urbanas da cidade, seguindo o seguinte cronograma.
1ª Semana – Imbirussu.
2ª Semana – Anhanduizinho.
3ª Semana – Bandeira.
4ª Semana – Prosa.
5ª Semana – Lagoa.
6ª Semana – Segredo.
7ª Semana – Centro.
Durante as visitas, os profissionais de saúde orientam os munícipes a seguirem os cuidados necessários: nunca deixar ao ar livre qualquer recipiente propenso a acumular água, manter a limpeza de terrenos e quintais em dia, instalar telas nas janelas, colocar areia até a borda dos vasos de planta, manter garrafas de vidro e latinhas de boca para baixo, acondicionar pneus em locais cobertos, limpar e trocar a água de bebedouros de animais, proteger ralos pouco usados com tela ou jogar água sanitária.
Dados epidemiológicos
Segundo informação da Coordenadoria de Vigilância Epidemiológica, até o dia 31 de janeiro foram notificados 1.776 casos de dengue em Campo Grande. Um óbito, de um homem de 30 anos, já foi confirmado.
Foram registradas 21 notificações de Zika Vírus e 11 de Chikungunya, que ainda estão passando por processo de avaliação laboratorial para confirmar ou não as suspeitas.
Durante todo o ano de 2019, foram registrados 39.417 casos notificados de dengue em Campo Grande, sendo 19.647 confirmados e oito óbitos.
Apesar dos números expressivos, impulsionados pela epidemia do último ano, o mês de dezembro fechou com aproximadamente 45% a menos de casos registrados no ano anterior.
Infestação pelo Aedes
Conforme o Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo o Aedes aegypti (LIRAa), sete áreas de Campo Grande foram classificadas com o risco de surto de doenças transmitidas pelo mosquito.
O número de áreas em alerta praticamente dobrou, em comparação com o último LiRaa divulgado em novembro do ano passado, passando de 22 para 42 áreas. Dezoito áreas permanecem com índices satisfatórios.
O índice mais alto foi detectado na área de abrangência da USF Iracy Coelho, com 8,6% de infestação. Isso significa que de 233 imóveis vistoriados, em 20 foram encontrados depósitos. A área da USF Azaleia aparece em segundo com 7,4% de infestação, seguido da USF Jardim Antártica, 5,2%, USF Alves Pereira, 4,8, USF Sírio Libanês, 4,4%, Jardim Noroeste, 4,2% e USF Maria Aparecida Pedrossian (MAPE), 4,0%.




















