Capital tem vacinado apenas 96 bebês contra Covid após 11 dias de vacinação

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É inacreditável ou não, com ainda atual situação de negacionismo, acomodação sem mais ‘medo’ da doença ou outro motivo, que a vacinação contra Covid deu uma paralisada pelo Brasil, como pelo Mato Grosso do Sul, em todos os públicos, na questão das doses de reforço, sem falar naqueles que não tomaram nenhuma dose. Mas, o pior é a imunização das crianças, que em diversas vacinas tem ficado bem abaixo de metas de atingir 95%. E mais um exemplo negativo, é a vacinação liberada para todas as idades infantil e agora, muitos país que até já se vacinaram, mas não estão levando filhos a serem imunizado.

A campanha de vacinação contra Covid-19 para bebês, seis meses a quatro anos, completa 11 dias nesta quarta-feira (23) com imunização abaixo do esperado para o público-alvo, que requer ainda alguma comorbidade e não foi liberado a aplicação normal a todo público da idade. Segundo a Sesau (Secretaria Municipal de Saúde), foram aplicadas 96 doses da vacina em bebês, onde desse total, 30 foram em crianças que apresentaram laudos de comorbidades e 66 provenientes da xepa.

Assim, iniciada em 12 de novembro, até o momento hoje, apenas 31,25% compõem o público-alvo com comorbidades ante que outros 68,75% são de bebês vacinados que tomaram a ‘xepa’ , ou seja, os atuais indicados não foram e para não perder a vacina, quem está presente ‘ganha’.

“Como medida para incentivar os pais a vacinarem seus filhos, a Secretaria de Saúde tem realizado buscas ativas para regularização da caderneta vacinal, e, assim, orienta os responsáveis pelas crianças sobre a importância da vacinação contra a Covid-19, além de realizar plantão de vacinação nos finais de semana e feriados”, disse a Sesau em nota.

Xepa da vacina

Em reportagem anterior, a secretaria afirmou que uma das medidas para manter a imunização e não perder as doses é a ‘xepa’ da vacina, as doses são distribuídas de maneira espontânea aos pacientes que procuram as unidades no fim do dia.

Marilene da Silva Pereira, gerente da UBS (Unidade Básica de Saúde) Dona Neta, explica que a baixa procura favorece a ‘xepa’ da vacina, que é a distribuição de doses que restam quando sobram no frasco já aberto. A ‘xepa’ é destinada para crianças sem comorbidade.

A partir das 16h, a equipe começa a ligar para pais e responsáveis que procuram o posto mais cedo e deixam o nome em uma lista de espera. Ou seja, dos vacinados até agora, a maioria não faz parte do público-alvo, que são as crianças com comorbidade.

“Não dá para perder o lote, então ligamos para aqueles que procuram mais cedo. Os agentes de saúde também têm avisado as famílias nas casas sobre a liberação para faixa etária e a importância em vacinar o bebê”.

POLIOMELITE – PARALISIA INFANTIL

Os dados alarmantes e infelizmente ou absurdamente da falta de vacinação de crianças e adolescente em Campo Grande, já vem surgindo tanto pela vacina Covid, que já podia se aplicada a parir dos 12 anos, bem como em campanha mais recente para Multivacinação, os dados de finalização da ação especifica, ficou 65% ante meta de 95%, que já deveria ser, simplesmente os 100%.

A Poliomelite, conhecida como paralisia infantil, aponta o maior desastre ante números d vacinados, pois há uma possível realidade do retorno da doença, que foi erradicada do Brasil, graças a vacina, a mais de uma década. Casos já foram regisrrados nos Estados Unidos neste ano.

Campo grande, vacinou em última campanha, apenas 22% das crianças que seriam público alvo. Veja abaixo e acesse links, de matéria do Enfoque MS, que mostrou a realidade.

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