Casa de presidente do TRE-MS é invadida e furtada em Campo Grande

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Desembargador Carlos Eduardo Contar (Foto: Divulgação)

Criminosos entraram pelo imóvel no Itanhangá Park e levaram objetos; caso é investigado pela polícia

Uma residência localizada no bairro Itanhangá Park, em Campo Grande, e pertencente ao presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS), desembargador Carlos Eduardo Contar, foi alvo de criminosos durante um furto registrado nesta semana. A ocorrência mobilizou equipes da Polícia Militar, da Polícia Civil e da perícia científica.

De acordo com o boletim de ocorrência, os policiais foram acionados após a invasão do imóvel. No local, a equipe encontrou sinais de arrombamento no portão pequeno da frente da casa, que é cercada por muros e conta com cerca elétrica.

Durante a vistoria, também foi constatado que os autores tentaram acessar a residência pelas portas laterais, mas não conseguiram entrar por esses pontos.

Segundo o registro policial, os criminosos acabaram entrando no imóvel por uma janela de vidro da cozinha. Já no interior da casa, um dos quartos foi encontrado revirado.

Do local, foram levadas duas caixas contendo abotoaduras de gravata que, inicialmente, aparentavam ser de ouro. No entanto, conforme relato do próprio desembargador, os objetos eram bijuterias.

A investigação preliminar aponta a participação de dois homens na ação. Imagens analisadas pela polícia indicam que os suspeitos chegaram a pé, forçaram o portão social, possivelmente com o uso de uma chave de fenda, e conseguiram acessar a garagem da residência.

Em seguida, eles tentaram arrombar uma porta de ferro localizada no corredor lateral. Sem sucesso, passaram pela parte dos fundos do imóvel e conseguiram entrar pela janela da cozinha, que não apresentava sinais visíveis de arrombamento.

Após a ocorrência, a Polícia Civil acionou equipes da perícia científica e da perícia papiloscópica. Impressões digitais foram coletadas no local e imagens da ação dos suspeitos foram anexadas ao inquérito.

Por conta do estado de saúde e da dificuldade de locomoção do desembargador, o comparecimento dele à delegacia foi dispensado. O caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) Cepol e segue sob investigação.