Segundo investigação, homem foi morto porque não quis entrar no PCC

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Ele foi executado com 18 tiros

07/11/2019 11h10
Por: Redação

São duas linhas de investigação trabalhadas pela Polícia Civil de Campo Grande na execução do açougueiro Gyllyan Castilho Ramos, de 33 anos. Ele foi executado com 18 tiros nesta quarta-feira (6), no Caiobá.

No ano passado, ele já havia sido vítima de uma tentativa de homicídio quando cumpria pena no semiaberto, da Gameleira. De acordo com o delegado da 6º Delegacia de Polícia, Giuliano Carvalho Biacio, são duas linhas de investigação sendo uma delas é que o açougueiro teria se recusado a entrar para a facção criminosa e a outra de uma briga com integrantes do PCC durante o cumprimento de sua pena.

Familiares do açougueiro já foram ouvidos e testemunhas do convívio de Gyllyan ainda devem prestar depoimento. Após a execução, os criminosos gritaram ‘Aqui é do Comando’, segundo testemunha.

O açougueiro saía para trabalhar, voltando do horário de almoço, quando foi executado. Ela chegou a ver os dois suspeitos em uma motocicleta preta, com placa dobrada, parados na calçada perto da casa da vítima.

Gyllyan foi caminhando em direção aos criminosos, mas a testemunha não soube dizer se ele estava distraído ou se reconheceu a dupla e foi propositalmente em direção a eles. Vizinhos saíram das residências quando ouviram os tiros e encontraram o açougueiro já caído no chão.

Em 2018, Gyllyan sofreu um atentado dentro da Gameleira ficando internado por meses, na Santa Casa de Campo Grande. Após sair do hospital em agosto, o açougueiro foi trabalhar no interior voltando para a Capital em abril deste ano indo para a casa onde morava antigamente.

*Com informações do Midiamax

(Leonardo França/Midiamax)