Confira na íntegra artigo intitulado Ministério Público, estuário das legítimas aspirações sociais, publicado no O Estadão desta segunda-feira (14), do Promotor de Justiça em Mato Grosso do Sul João Linhares Júnior.

Nesta data, 14 de dezembro, comemora-se o “Dia Nacional do Ministério Público”, instituído pelo artigo 82 da Lei n. 8.625/1993. É, portanto, um momento propício para perscrutar, ainda que superficialmente, alguns aspectos, problemas e desafios dessa
instituição genuinamente ativa, plural, democrática, transparente e austera, cuja essência e atuação estão a revelar aquilo que de mais notável a Carta de Outubro de 1988 trouxe a lume, na salvaguarda de postulados axiológicos e jurídicos que se afiguram caríssimos à nação e à República.

Não se olvida que o Brasil encerra obstáculos colossais e que, por vezes, assemelha-se à plaga onde grassa o realismo fantástico, incomensuráveis são os sorumbáticos casos de corrupção, os despautérios políticos, os desmandos, os escândalos empresariais e
os desatinos perpetrados por algumas personalidades públicas. Entretanto, poucas instituições têm feito tanto pela pátria quanto o Ministério Público (MP ou Parquet). Não é sem razão que, nas pesquisas que aferem credibilidade, o MP sempre ocupa, ano após ano, 
lugar de evidente fulgor e destaque (3ª posição, segundo o Datafolha/2019), haja vista que o cidadão sente plena confiança no seu mister e o vislumbra como paradigma de eficiência e de pundonor, detectando que seus integrantes são, em sua grande maioria, éticos, proficientes, isentos e destemidos. 

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