A Águas Guariroba realizou ontem(15), uma live em suas redes sociais sobre o novo marco do saneamento básico no Brasil. O bate-papo teve a participação do vice-presidente da Aegea Regional MS/MT/RO/PA, Gillermo Deluca, do presidente executivo do Instituto Trata Brasil, Édison Carlos, do prof. Fernando, Magalhães Doutor e Mestre em saneamento ambiental e recursos hídricos e do gerente de Meio Ambiente e qualidade da concessionária, Fernando Garayo, metre em tecnologias ambientais.

O evento online, organizado pela empresa responsável pelos serviços de água e esgoto na cidade, teve o objetivo de debater sobre os rumos que a nova legislação deverá dar ao saneamento básico. Aprovado recentemente, o novo marco regulatório visa garantir a universalização do acesso a água e esgoto tratados no Brasil até 2033.

Além de discutir sobre os desafios da nova legislação, o bate-papo abordou assuntos como os marcos conquistados pela Aegea nas cidades onde atua, principalmente na Regional MS/MT/RO/PA. A companhia, holding controladora da Águas Guariroba em Campo Grande, é a maior empresa privada de saneamento do Brasil. Está presente em 57 cidades e atende cerca de 9 milhões de pessoas. A aprovação do marco legal deve ampliar a participação do setor privado na gestão do saneamento básico através de concessões plenas ou Participação Público-privadas (PPPs).

Com o novo marco legal do saneamento, as empresas concessionárias – públicas o privadas – deverão se comprometer com metas de universalização até o fim de 2033 com a cobertura de 99% da população atendida com água tratada e 90% de coleta e tratamento de esgoto. Os contratos de concessão também devem estabelecer compromisso com a redução de perdas de água e melhorias nos processos de tratamento.

Conforme dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), até 2018 39,4 milhões de brasileiros ainda não tinham acesso a água tratada e 101 milhões de pessoas não eram beneficiadas pelo serviço de coleta e tratamento de esgoto no país. A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que no Brasil 15 mil pessoas morrem e 350 mil são internadas todos os anos devido a doenças ligadas à precariedade do saneamento básico.

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