Capital tem variação de até 25% no preço do gás de cozinha

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Gás GLP. (Foto: Caetano Barreira/Reuters)

A pesquisa, o ir atrás da “promoção” ou mesmo do menor preço pratico, nunca foi tão necessário, como nos últimos dois anos no Brasil. A inflação, que não era conhecida pela geração atual, está de volta, e com os preços disparando tanto pela crise econômica que assola o País sem um governo federal efetivo e que trabalhe pra melhorar, como pela busca do lucro de empresários, como no caso dos combustível. Assim, a gasolina se encontra com grande diferenças de u posto ao lado do outro, bem como o gás de cozinha, que longe ou perto, em Campo Grande está 25% mais caro ou barato entre revendedores.

Uma pesquisa e análise feita pelo Procon Municipal da Capital, nesta segunda-feira (18), apontou uma variação nos preços de até 25%, ou em dinheiro até R$ 25,00 de valor cobrado a mais ou a menos. O menor preço registrado foi de R$ 100, em estabelecimento na vila Serradinho, região Oeste, na saída para Terenos. Já o maior preço foi R$ 125, em ponto comercial no Bairro Vila Alba, também naquela região oeste, mas já mais próximo do centro da cidade.

O Programa de Proteção e Defesa do Consumidor de Campo Grande (Procon Municipal) fiscalizou os preços do gás de cozinha de 13 kg, em 20 estabelecimentos comerciais, entre os dias 11 e 18 de abril. O órgão ressalta que a ação foi realizada após a Petrobras anunciar – no dia 8 deste mês – a redução de 5,6% no preço do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP). A diminuição equivale a R$ 0,25 por quilo.

Os dados do órgão, apesar da grande variação/diferença de preços e com valor ainda alto, acima dos 100,00, indicam que houve uma redução nos preços do gás de março a abril deste ano. Veja tabela TABELA

Negociar e cuidar do gasto

O subsecretário do Procon, Cleiton Thiago Almeida, orienta que as pessoas devem cuidar da manutenção do fogão, a fim de evitar desperdício de gás. 

“Para economizar tanto no preço do gás de cozinha como no produto em si, negocie com o revendedor para conseguir um desconto à vista e na taxa de serviço de entrega. Sempre exija a nota fiscal de compra, que é uma garantia que o botijão e o estabelecimento está regulado pela ANP”, finaliza.