Quase 2 milhões em MS podem escolher entre extrema direita ou centro-direita para Governador

618

Chegou a nora novamente, domingo, 30 de outubro, o Brasil pode ter mais um dia histórico, com o segundo turno das eleições 2002. Por todo o pais se define, a continuidade da Democracia brasileira, bem como ainda em 14 Estados, se escolhe definitivamente o novo governador, como em Mato Grosso do Sul, que ficou para esta segunda está para que quase 2 milhões de eleitores voltasse as urnas. Pelo Brasil se define pelo projeto Progressista com Luiz Inácio Lula da Silva ou na continuidade da extrema direita conservadora de Jair Bolsonaro.

O MS com população de de 2 839.188 habitantes em 2021, é o 21º estado mais populoso do Brasil, e tem hoje, 1,996 milhão de sul-mato-grossenses, que podem ir às urnas para escolher o 11º governador do Estado. Ao votar, o eleitor de 79 municípios, vai optar pela mudança radical, ao escolher uma extrema direita conservadora, do deputado estadual Renan Barbosa Contar, 38 anos, do PRTB, ou pela centro-direita liberal progressista, dando o 3º mandato ao PSDB, escolhendo o empresário Eduardo Corrêa Riedel, 53 anos.

Caso a população decida pela continuidade, o grande vitorioso será o governador Reinaldo Azambuja (PSDB), que encerrará o segundo mandato e ainda fará a inédita proeza de fazer o sucessor em MS. Em geral, em MS, o ocupante da cadeira, nunca fez seu apadrinahdo ou apoiado como sucessor. Na historia mais recente, Azambuja é o terceiro ocupante da Governadoria a ter dois mandatos consecutivos após André Puccinelli (MDB) de 2007-2014, e, Zeca do PT de 1999-2006.

Curriculum dos atuais candidatos

Eduardo Riedel nasceu no Rio de Janeiro e assumiu a gestão das propriedades da família em Maracaju, mesma terra de Reinaldo. Ele é formado em Biologia pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), com pós graduação em gestão empresarial pela FGV e Gestão Estratégia pelo Instituto Francês Insead.

Riedel foi presidente da Famasul (Federação de Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul) de 2006 a 2012. Ele foi o principal articulador político da gestão de Reinaldo Azambuja ao comandar a Secretaria Estadual de Governo e Gestão Estratégica. Por pouco mais de um ano, ele também assumiu a Secretaria Estadual de Infraestrutura.

Natural de Campinas, Capitão Contar é tataraneto de José Antônio Pereira, fundador de Campo Grande. Ele nasceu em Campinas, onde ficou até 18 anos, quando ingressou na escola preparatória de cadetes e depois ingressou na prestigiosa academia militar de Agulhas Negras (Aman).

Formado no curso superior de Intendência, que o capacitou para gestão administrativa, licitações, gestão de pessoal e pregoeiro, Capitão Contar optou por servir no Exército em Campo Grande, onde atuou por 12 anos até ser eleito deputado estadual em 2018, com 78.390 votos, impulsionado pela onda a favor de Bolsonaro.