(Foto: TSE/Divulgação)

Ainda faltam 10 meses para as eleições, e qualquer medida será tomada após consulta a especialistas e amplamente divulgada, como ocorreu em 2020, segundo TSE

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) informou que, neste momento, não está em discussão na corte a exigência de comprovante de vacinação para as eleições deste ano. A medida foi ventilada nos últimos dias, inclusive por integrantes do governo federal. A ideia foi cogitada em razão do avanço da Covid-19, devido ao grande número de infecções causadas pela variante Ômicron. E o governo é contra a medida.

O presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, reitera que não ocorreu, até o momento, nenhuma cogitação da Justiça Eleitoral acerca do tema e que a afirmação “simplesmente não tem qualquer fundamento”. Barroso acrescenta que “na ocasião própria, com a consultoria de especialistas, como foi feito em 2020, serão tomadas as medidas sanitárias que vierem a ser recomendadas”.

Nas últimas eleições, para conter a disseminação da Covid-19, o TSE ouviu diversos médicos, cientistas e autoridades em saúde antes de adotar o protocolo para que os cidadãos pudessem exercer o direito ao voto e escolher prefeitos e vereadores nos 5.567 municípios brasileiros.

Portanto, qualquer decisão para as eleições deste ano seguirá o mesmo roteiro com o devido embasamento científico e seguindo recomendações feitas por especialistas.

Sendo assim, quando definidas, as medidas serão amplamente divulgadas tanto para o eleitorado quanto para os veículos de imprensa.

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