O temporal 'surpresa' na manhã desta quinta-feira (14) em Campo Grande, como o Enfoque MS noticiou, provocou prejuízos materiais pela cidade em bens públicos,...
O Ministério da Saúde lançou hoje (14) nova edição da Campanha Nacional de Combate às Sífilis, reunindo ações para promover o diagnóstico precoce e fortalecer o...
A convite do vereador Sandro Benites, o padre Fábio Antunes do Nascimento, da Arquidiocese de Campo Grande, utilizou a Tribuna na sessão desta quinta-feira...
A Prefeitura de Campo Grande, por meio da Funsat (Fundação Social do Trabalho) em parceria com as demais secretarias do Município, realiza nesta sexta-feira...
As fortes chuvas ocorridas em Mato Grosso do Sul durante a madrugada e manhã desta quinta-feira (14) causaram diversos transtornos como queda de árvores,...
O Senai-MS (Sserviço Nacional de Aprendizagem Industrial em MS) anunciou nesta quinta-feira (14), que abriu inscrições para o processo seletivo de bolsistas para atuação...
Após aprovação de proposta que modifica o cálculo do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre os combustíveis na Câmara dos Deputados na quarta-feira (13), representantes dos estados, do Distrito Federal e dos municípios articulam com parlamentares para impedir que o projeto passe no Senado.
Aprovado na Câmara dos Deputados na noite de ontem (13), será apreciado pelo Senado o projeto que altera o cálculo da cobrança de ICMS sobre combustíveis. O objetivo é reduzir o preço final para o consumidor nos postos. Os críticos da proposta que altera o cálculo do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços alegam que estados e Distrito Federal perderão arrecadação sem ter culpa pela alta dos preços. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, prometeu dar ao projeto o "tratamento devido".
Sarah, de 36 anos, foi a primeira e única paciente até ao momento submetida ao tratamento experimental. A paciente recebeu o dispositivo há mais de um ano e diz que a sua vida mudou radicalmente
Por 7 votos a 3, o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) declarou inconstitucional uma lei que autorizava a comercialização e o consumo dos medicamentos de indução à anorexia, como sibutramina, anfepramona, femproporex e mazindol, que levavam a perda de peso. O caso chegou até a corte após ação movida pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde (CNTS). A entidade alegou que a toxicidade destes remédios no organismo é desconhecida e, por isso, deveria ocorrer a proibição da comercialização.
Atuação para garantir o cumprimento da legislação pelos empregadores e combater mazelas como o trabalho escravo poderá ser cerceada se proposta for aprovada