Um olhar sobre as três últimas campanhas da Argentina na Copa do Mundo

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Enquanto a Argentina se prepara para a Copa do Mundo de 2022, seus torcedores estarão otimistas sobre suas chances de levantar o troféu no Qatar. Os sul-americanos, que venceram a Finalíssima na Inglaterra no início do inverno, têm estado de forma brilhante na liderança até o Oriente Médio, e com a probabilidade de esta ser a última participação de Lionel Messi no maior palco do mundo, há aquela motivação extra para o pequeno mágico cimentar seu legado como o maior jogador de futebol de todos os tempos.

Os campeões da Copa América se juntam aos atuais campeões da Copa do Mundo França e Brasil como os favoritos para ganhar tudo nos site de aposta copa do mundo, já que enfrentam um grupo formado pela Arábia Saudita, México e Polônia. O grupo tem grande probabilidade de produzir gols, com uma infinidade de grandes atacantes, incluindo Robert Lewandowski, que tem estado em grande forma para o Barcelona.

Enquanto os homens de Lionel Scaloni são os favoritos nas odds e apostas Argentina x Saudi Arabia, a imprevisibilidade de uma Copa do Mundo significa que uma surpresa está sempre nas cartas, algo com que Messi e companhia estão todos muito familiarizados. Enquanto eles se preparam para o Qatar 2022, continue lendo, enquanto damos uma olhada nas três últimas corridas da Argentina para a Copa do Mundo.

Rússia 2018 – Oitavas de final

No final das contas, foi uma campanha de decepção na Rússia para a Argentina, mas isso talvez se deva ao seu super desenvolvimento no Brasil, ao qual chegaremos mais tarde. Tendo sido inconsistentes durante toda a fase de grupos contra a Nigéria, Islândia e eventual finalista Croácia, eles garantiram o segundo lugar antes de perderem por 4-3 para a vencedora França. Antoine Griezmann deu a sua equipe a liderança da disputa de pênaltis, mas a Argentina deu a volta por cima após o intervalo, com Angel Di Maria puxando o nível antes que Gabriel Mercado os colocasse à frente.

Mas na verdadeira moda da Copa do Mundo, o impensável aconteceu. A Argentina estava totalmente no controle, empurrando para um terceiro, depois para cima Benjamin Pavard. A fonte mais improvável de gols, o zagueiro marcou o gol do torneio com um gol de meia-volta doce, rapidamente seguido por um par de Kylian Mbappe para inverter a maré mais uma vez em um clássico da Copa do Mundo, deixando a Argentina de fora.

Brasil 2014- Finalistas

Foi um segundo lugar de quebra-cabeças para Messi e Argentina no Brasil, com o vencedor da prorrogação de Mario Gotze o suficiente para superar a Alemanha na vitória por 1×0 no Maracanã. Apesar de seus melhores esforços, Messi, talvez na forma de sua vida, não recebeu ajuda suficiente de seus companheiros – Di Maria e Gonzalo Higuain desperdiçando muitas chances e tendo um gol descartado o impedimento.

Manuel Neuer foi imperioso no gol alemão e depois de golear o Brasil por 7 a 1 nas semifinais, a equipe de Joachim Löw estava em uma veia tão rica de forma que não podia ser parada. Um Messi, que passou pelo troféu, a caminho do prêmio de melhor jogador do torneio, sabia que talvez fosse sua melhor oportunidade em uma primeira peça de prata internacional.

África do Sul 2010 – Quartas de final

O fator de bem-estar havia sido restaurado para a Argentina rumo à Copa do Mundo de 2010. Com o falecido Diego Maradona no comando e Messi recém-saído das campanhas consecutivas de mais de 40 gols, muitos pensaram que esta era a melhor chance da Argentina para garantir o troféu. Tendo mantido um recorde de 100% durante as fases de grupos, e depois derrotando o México por 3×1 nas oitavas de final, os homens de Maradona foram rapidamente humilhados por uma galopante equipe alemã, que os derrotou por 4×0 na Cidade do Cabo.

Thomas Muller estava em seu ano de breakout, e o versátil atacante, tendo acabado de perder a Liga dos Campeões naquele inverno, começou a corrigir esses erros com uma abertura de três minutos. Isso deu o tom para os alemães darem o pontapé inicial e os dois gols de Miroslav Klose, entre o toque de Arne Friedrich de uma corrida labiríntica do Bastian Schweinsteiger, foi o suficiente para expulsar a Argentina.