Ministro apresentou nesta quarta os dados de empregos formais em novembro; país criou 414 mil vagas no mês, novo recorde
O ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu durante o anúncio dos dados da criação de empregos formais do Brasil em novembro a “vacinação em massa”, para “salvar vidas”, garantir o retorno seguro ao trabalho e a retomada econômica do país.
Guedes pediu para os brasileiros se esforçarem para manter a saúde até a chegada das vacinas.
“Quero mandar um abraço afetuoso aos brasileiros pela resiliência e pela fraternidade no enfrentamento dessa pandemia. Foi um ano muito difícil para todos nós. O que eu espero agora é que vocês se mantenham em boa saúde, celebrem a vida com as famílias e para o ano que vem nossa esperança e nosso trabalho vai ser a vacinação em massa para salvar vidas e garantir um retorno seguro ao trabalho e garantir a retomada do crescimento econômico brasileiro”, disse o ministro.
Guedes anunciou que o país criou em novembro 414.556 vagas formais de trabalho, segundo os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).
É o quinto mês seguido de resultado positivo do Caged.
O anúncio ocorre no mesmo dia em que o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulga que o desemprego no país cresceu e já atinge 14 milhões de brasileiros. A explicação para a diferença, aparentemente contraditória, é a de que o dado da Ministério da Economia se refere apenas às vagas formais, com carteira assinada, enquanto o do IBGE fala de todos os tipos de trabalho.
O desempenho no ano foi motivado especialmente pelo programa do governo que permitiu a suspensão de contratos de trabalho e a redução de salários e jornada, medida que, segundo especialistas, evitou um número maior de demissões.
Ao avaliar os dados, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que o fato dos setores de comércio e serviços, os mais atingidos pela pandemia, com 179.261 e 179.077 postos respectivamente, terem sido destaques na geração de emprego, significa o Brasil apresenta uma “retomada em V da economia”.
“Como eu disse, o Brasil está surpreendendo o mundo. As reformas prosseguiram, em ritmo mais lento, mas seguem acontecendo, e a economia brasileira voltou em V, como poucos acreditavam. Em vez da destruição de 1,5 milhão de empregos, como na recessão de 2015, da destruição de 1,3 milhão em 2016, nós já estamos, antes de chegarem os dados de dezembro, com 227 mil empregos criados”, destacou.
Fonte: R7 com Agência Brasil




















