O Corregedor-Geral da Polícia Militar, coronel Emerson de Almeida Vicente, em entrevista, deu mais detalhes da operação que prendeu policiais militares na manhã destra sexta-feira (8), divulgada mais cedo pelo EnfoqueMS. O titular da Corregedoria, além de confirmar dados do que a reportagem apurou anteriormente, repassou, ao menos, duas novas informações. Contudo, os nomes dos militares presos não foram fornecidos pelo órgão correcional, até devido ao segredo judicial imposto ao processo.
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O coronel apontou, em primeira nova informação, que a investigação, sob segredo de justiça, já está a algum tempo em curso e que hoje foi deflagrada o externo pela operação ‘Torre Cega’, que tinha como objetivo cumprir ordens judiciais de mandado de prisão preventiva e de busca e apreensão contra dois policiais militares. “O primeiro foi preso no local de trabalho, enquanto o segundo não foi localizado onde deveria estar desempenhando suas funções e por conta disto, acabou preso, após ser encontrado e deve ser autuado em flagrante por cometimento de crime militar”, disse Almeida.
A ação é para apurar a entrada de materiais ilícitos no presídio militar estadual, que fica junto a Penitenciária de Segurança Máxima de Campo Grande. “A investigação está sob segredo de Justiça da investigação em inquérito curso. Estamos apurando uma possível facilitação de entrada de drogas, celulares e outros objetivos não permitidos para dentro da penitenciária máxima”, resumiu o Corregedor.
Os dois policiais militares, ambos do efetivo do Batalhão de Guarda e Escolta da PM foram detidos e levados a sede da Corregedoria. “Os mandados foram cumpridos, os policiais foram trazidos para a Corregedoria, onde estão sendo ouvido a respeito dos fatos, que estão sendo apurados pelo inquérito”, explicou Almeida.
Busca e apreensão para continuar investigação
O corregedor revelou que foi apreendido objetos e documentos para dar continuidade das investigação, mas neste momento não foi pego drogas ou outros objetos irregulares. “Dentro da investigação que já relatei, a gente requereu os mandados de busca e apreensão para obter objetos e documentos para averiguar e dar continuidade nas investigações. Assim, possivelmente estes objetos foram trazidos para corregedoria para darmos continuidade nas apurações do inquérito em curso. A operação hoje, não pegou drogas e nenhum objeto irregular nesta ação”, finalizou o Corregedor.





















