Som da Concha deste domingo traz rap de periferia e música eletrônica

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Publicado em 11/03/2018 12h57

Som da Concha deste domingo traz o som eletrônico do Link Off e o rap de Falange da Rima

O show será na Concha Acústica no Parque das Nações Indígenas, a partir das 18 horas, com entrada gratuíta.

Da redação

O Som da Concha deste domingo (11) traz muita música eletrônica com Link Off e o rap da periferia com o grupo Falange da Rima. O show começa às 18 horas na Concha Acústica Helena Meirelles, no Parque das Nações Indígenas, em Campo Grande. A entrada, como sempre, é de graça.

O projeto Som da Concha, da Secretaria de Estado de Cultura e Cidadania (SECC), realizado por meio da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS), e acontece periodicamente aos domingos.

Além dos shows, conta com o espaço Território Criativo, uma feira onde empreendedores criativos divulgam e comercializam seus produtos de diversas matrizes que movimenta a economia criativa e impulsiona o empreendedorismo da Capital.

Confira os shows para hoje:

A abertura ficará por conta de Link Off , projeto que traz um “electro Industrial”, desenvolvido em Campo Grande por Marino Filho, produtor, programador, tecladista e vocal. A proposta do artista é voltada à musica industrial e seus subgêneros. “O nome Link Off é um convite para que as pessoas se desconectem da vida virtual, mas sempre atentos aos acontecimentos atuais”, explica Marino.

O artista, já participou de eventos como Tatoofest, Artground, Destrua Torre, Fogo no Cerrado, Playmorock, Bigornada, Luz da Rodô e Vai ou Racha. Lançou seu primeiro CD por meio de projeto selecionado pelo FIC/MS em 2004; em 2005 foi convidado para assinar a trilha sonora da peça “Guaicurus História de Admirar, do Grupo de Risco; participou da trilha sonora do curta “Alice” com a música “Paralelepípedo”; em 2012 lançou o selo Pattern Records e em 2015, em parceria com o Caderno B, lança a coletânea “Memória Flash”. Seu mais recente trabalho é a coletânea “New Year”, a primeira da Pattern Records, 2016.

Já o Falange da Rima completa 20 anos em 2018, sendo pioneiros no rap em Mato Grosso do Sul. É composto por Flynt, John Geral, Mano Xis, que compõem e improvisam sobre o Beat de DJ Magão, com temas sobre a realidade das periferias

Em 2001 o grupo lançou o EP batizado de Mariposa Assassina “Acheromthius Lexis” (Letal se for tocado), com as músicas “Mais um da Plateia”, “A Quem Possa Interessar”, “Quem Nunca Sonhou em Ter?”, “Abrakadabra” e o grande sucesso do grupo “Circo dos Horrores”, que rendeu um vídeo clip e foi selecionado para o Prêmio Hutus e para participar do Programa YO! Na MTV Brasil. O disco também contou com a música “Caminhos Tortos”, que recebeu o prêmio de melhor música de rap tocada nas rádios de periferia.

Em 2013 lançou, de forma independente, “Esquadrão Mariposa”, álbum que reúne 12 faixas inéditas dentre as inúmeras compostas no período entre 2002 e 2013 e foi bem aceito pelo público e pela crítica na cena independente. Na playlist está o grande sucesso do Grupo “Capital sem favela” e muitas parcerias com outros artistas como Guga Borba, Maíra Espíndola e Vinil Morais.

O grupo atua essencialmente na periferia, mas também participou do Festival América do Sul, em Corumbá, Festival Amostra Grátis em Cuiabá, São Paulo, Brasília, também já dividiu o palco com grandes artistas, tais como Racionais MCs, Thayde e DJ Hum, MV Bill, Facção Central, Realidade Cruel, SNJ, Projota, Emicida, Marcelo D2, entre outros.

Som da Concha deste domingo traz rap de periferia e música eletrônica

Som da Concha deste domingo traz rap de periferia e música eletrônica

Som da Concha deste domingo traz rap de periferia e música eletrônica