Publicado em 26/05/2018 19h13
Exército e Polícia Militar iniciam escoltas de caminhões para abastecimento de postos
Da redação
O Exército Brasileiro e a Polícia Militar iniciaram os trabalhos de escolta de caminhões-tanque para o abastecimento de postos de combustíveis em Campo Grande. Segundo a assesseoria de comunicação do Exército, a escolta está sendo realizada por meio da Quarta Brigada.
Em nota divulgada nesta tarde, o Comando Militar do Oeste (CMO) disse que ficou definido em reunião com o governador Reinaldo Azamnbuja (PSDB) e outras autoridades do Estado que seu emprego se dará em ações coordenadas com as forças policiais estaduais e federais de segurança pública, “de acordo com o previsto na legislação em vigor.”
“Neste momento de crise, é fundamental o entendimento da gravidade da situação e a cooperação das partes envolvidas, a fim de evitar mais prejuízos à sociedade brasileira”, diz.
Ainda de acordo com o comunicado, a prioridade do Exército será executar ações que serão desenvolvidas para a desobstrução das vias públicas federais “necessárias à livre circulação de veículos, a preservação da Ordem Pública, a proteção das infraestruturas críticas e o restabelecimento da continuidade do abastecimento de combustíveis e gêneros essenciais ao bem-estar da população.”
Ontem, Justiça concedeu liminar para a imediata desobstrução em rua que dá acesso à Raízen Combustíveis e Petrobras em Campo Grande. A greve dos caminhoneiros começou na segunda-feira (dia 21) e há falta combustíveis na cidade.
Na Capital, serão dez caminhões-tanques com dez mil litros. Na ação da Raízen contra a Abcam (Associação Brasileira dos Caminhoneiros), a empresa alega que desempenha papel relevante em Campo Grande, pois, a partir de sua base local, movimenta diariamente 800 m³ (metros cúbicos) de combustível, incluindo diversas empresas de ônibus, bem como grande parte dos postos que fornecem combustível para o transporte privado da população.
Já a Petrobras informou que movimenta 47 milhões de litros mensais de combustíveis, que corresponde à quase metade do mercado de Mato Grosso do Sul.











