O número já é próximo do ano passado, segundo a Secretaria Estadual de Saúde. Só na capital foram registrados 182 casos este ano.
05/10/2018 07h41
Por: Redação
A Secretaria de Saúde de Mato Grosso do Sul (SES-MS) emitiu boletim epidemiológico de notificação de febre chikungunya em Mato Grosso do Sul. Neste ano, já foram registrados 556 casos, número este, próximo do registrado em 2017, que tiveram 574 casos registrados.
De acordo com o boletim da SES, Campo Grande registra a maioria das notificações, totalizando 182 casos. Na sequência está Dourados, 2° maior município do estado, com 143 notificações.
A doença é transmitida pelo aedes aegypti, o mesmo mosquito que provoca a dengue e zika.
Segundo a secretaria de saúde de MS, com as chuvas que se intensificam no mês de setembro, a população deve redobrar os cuidados para prevenir a proliferação do mosquito.
O documento traz ainda que 4.144 casos suspeitos de dengue, de janeiro até agora. O número de casos é 11.77% menor, que o mesmo período em 2017, quando 4.642 casos haviam sido registrados.
O que é Chikungunya?
Febre Chikungunya é uma doença parecida com a dengue, causada pelo vírus CHIKV, da família Togaviridae. Seu modo de transmissão é pela picada do mosquito Aedes aegypti infectado e, menos comumente, pelo mosquito Aedes albopictus.
Seus sintomas são semelhantes aos da dengue: febre, mal-estar, dores pelo corpo, dor de cabeça, apatia e cansaço. Porém, a grande diferença da febre chikungunya está no seu acometimento das articulações: o vírus avança nas juntas dos pacientes e causa inflamações com fortes dores acompanhadas de inchaço, vermelhidão e calor local.





















