Os atendimentos estão sendo realizados na Rua Barão do Rio Branco, esquina com a 14 de Julho, das 8h às 17h.
22/11/2018 15h36
Por: Redação
Consumidores que se sentirem prejudicados com preços ou algum tipo de fraude por parte de lojas e demais estabelecimentos, comerciais da cidade, durante a Black Friday, podem denunciar a ação ao Procon por meio da unidade móvel de atendimento, no centro de Campo Grande. A van ficará estacionada hoje (22) e amanhã, sexta-feira (23), entre 8h e 17h.
Lá, o consumidor pode abrir reclamações e fazer denúncias de abusos e fraudes na black friday, que serão investigadas pelo órgão. Basta levar todos os documentos pessoais e relacionados à compra.
Em função do aumento das reclamações e denúncias de propaganda enganosa, a Defensoria do Consumidor de Mato Grosso do Sul (Procon/MS) implementou neste ano, pela primeira vez, plantões com unidades móveis na região central da Capital, para facilitar o atendimento ao consumidor que sentir-se lesado.
Segundo o coordenador de atendimento à fiscalização do Procon / MS, Rodrigo Bezerra Vaz: “Neste ano não foi possível realizar uma pesquisa prévia dos preços, para comprovar ações fraudulentas de maquiagem de preços, mas o Procon está disponibilizando suas equipes no Centro, para facilitar aos consumidores o registro de queixas e denúncias, além do atendimento tradicional, na sede do órgão”.
As unidades móveis do Procon-MS estarão disponíveis durante esta “Black Friday”, no calçadão da rua Barão do Rio Branco, entre a rua 14 de julho e a avenida Calógeras, das 8h às 17h.
Denúncias podem ser registradas posteriormente na sede do Procon/MS, na rua 13 de Junho, 930. Mais informações pelo telefone (67) 3316-9800.
“Black Fraude: Tudo pela metade do dobro do preço”
Logo depois da popularização da ação mercadológica, a piada acima tornou-se recorrente, dada a quantidade de reclamações de consumidores que sentiram-se lesados por falsos descontos. A “fraude” consiste, basicamente, em elevar os preços consideravelmente no período anterior à realização da ação de vendas, para na véspera da promoção, baixá-los para os mesmos patamares – ou para níveis até superiores – à elevação dos preços .
A “malandragem” pode tornar-se um tiro no pé dos comerciantes que agem de má-fé, já que boa parte dos preços de produtos que integram a promoção têm seus preços anunciados na rede mundial de computadores e lá permanecem, podendo ser facilmente levantados via sites que realizam comparações de preços, que oferecem um histórico de preços dos produtos de até um ano.
E os danos à imagem de uma marca ou de um estabelecimento comercial podem não ser incomparáveis em relação ao breve lucro obtido com a manobra, quando esta vem a público.





















