17/04/2019 09h36
Por: Redação
A última parte sem asfalto do macroanel rodoviário da Capital, cerca de 900 metros, que liga as saídas de Cuiabá e Rochedo, teve início das obras. Desde a retomada das obras, em 2017, foram executados 6,5 quilômetros de pavimentação no trecho entre a MS-010 e a BR-163, completando os 12 quilômetros do trajeto.
Segundo a Prefeitura, o asfalto vai chegar na MS-010, completando o trajeto de 10 quilômetros, que começa logo após o Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul (Detran/MS) e termina na saída para Rochedinho. A obra neste trecho ficou parada por mais um ano, até que fosse resolvida a desapropriação de faixas de três propriedades que estão no trajeto da rodovia
Concluída esta pavimentação, só vão ficar faltando as três rotatórias programadas no projeto. Duas delas, em rodovias estaduais,( MS-010 e MS- 080) estão em andamento com a terraplanagem e a previsão é de que estejam concluídas até agosto. O projeto da última rotatória está sendo analisado pela concessionária que administra a BR-163.
Em outubro de 2017, a Prefeitura retomou as obra do macroanel, após quatro anos de interrupção. Foi preciso concluir as últimas desapropriações e fazer a reprogramação do projeto, com suplementação de recursos, para incluir uma estrutura de drenagem num trecho onde foram identificadas duas nascentes.
No local, foram construídos dois colchões drenantes, com 220 metros de extensão e um metro de altura, gerando um custo adicional de R$ 1,6 milhão. Estes “colchões” garantem o escoamento de duas nascentes por dois drenos laterais, evitando que que a água aflore, arrastando o aterro da pista
Pendências
Para que a obra do macroanel fosse retomada, a Prefeitura de Campo Grande resolveu várias pendências: prorrogou convênio que venceu em maio do ano passado; fez a reprogramação (com aval do DNIT) para inclusão de novas obras e concluiu as últimas desapropriações. Só no final de julho do ano passado foi homologado o acordo judicial para o pagamento das indenizações e, com isto, concluída a desapropriação das últimas duas áreas (uma de 1,2 hectare e outra de 6 hectares) com trechos no traçado do macroanel.





















