Em novo protesto, ambientalistas deixam cruzes cravadas em areia no Parque das Nações

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Esta é a segunda manifestação do Movimento pela Preservação da Natureza, pedindo providências por parte do poder público.

20/04/2019 17h28
Por: Redação

O Movimento pela Preservação da Natureza (MPN) realizou na tarde desta sábado (20) o segundo “cemitério” no lago assoreado do Parque das Nações Indígenas, em Campo Grande, com colocalão de cruzes cravadas no banco de areia.

Ao todos, os ambientalistas fixaram cinquenta cruzes em uma terceira área de assoreamento que se formou. Na última manifestação, 70 cruzes foram colocadas no lago.

O protesto simboliza a ‘morte do lago’ e é contra a degradação da área que evoluiu desde que a primeira reclamação foi feita, no dia 18 de março, segundo o coordenador do movimento, Alfredo Sulzer.

O Governo do Estado afirma que está em fase final de elaboração um projeto conjunto entre estado e município para a correção de barreiras de contenção de enchentes e obras de drenagem, na região do Sóter, além de obras para dragar a areia do lago do Parque das Nações. A previsão é que o projeto tenha início na primeira quinzena de maio.

Cruzes fixadas em área assoreada do lago no Parque das Nações Indígenas. Alysson Maruyama/TV Morena