Sequestrador de ônibus na ponte Rio-Niterói foi baleado ao descer do veículo e jogar um objeto em direção aos negociadores
20/08/2019 10h34
Por: Redação
O presidente Jair Bolsonaro parabenizou a ação policial no sequestro do ônibus na Ponte Rio-Niterói, no Rio de Janeiro, nesta terça-feira (20). Bolsonaro disse que “hoje não chora a família de um inocente”.
Na manhã desta terça, um homem que fez 37 pessoas reféns em um ônibus foi baleado e morto pela PM (Polícia Militar) do Rio de Janeiro.
O caso
O sequestrador de um ônibus na Ponte Rio-Niterói foi baleado e morto por um atirador de elite do Batalhão de Operações Especiais (Bope).
O homem, identificado como William Augusto da Silva, de 20 anos, desceu do coletivo e jogou um casaco para os policiais. Quando ia subir a escada para reembarcar, foi baleado, conforme vídeo no final da reportagem.
Todos os 37 reféns foram liberados sem ferimentos, segundo informações da Polícia Militar.
Os tiros foram disparados às 9h04 desta terça-feira (20), cerca de três horas e meia após o início do sequestro.
William se dizia policial militar, mas era um vigilante. Segundo o porta-voz da Polícia Militar, a arma que o bandido usava era de brinquedo.
A única exigência do sequestrador foi uma ambulância. Ao ser baleado, ele foi levado para o Hospital Souza Aguiar.
“O paciente chegou em parada cardiorrespiratória, e foi constatado o óbito pela equipe médica do hospital”, diz nota da Secretaria Municipal de Saúde.
Como foi o desfecho
Pelo menos três snipers (atiradores de elite) estavam em posições estratégicas em volta do ônibus. Um deles estava deitado sobre um carro dos bombeiros e chegou a ser coberto por um pano vermelho.
Ainda não se sabe quantos snipers atiraram nem quantas balas atingiram William.
Tão logo William caiu, o atirador que estava sobre o carro do Corpo de Bombeiros levantou e fez um sinal de positivo.
Pessoas que estavam no local comemoram logo após os tiros.
*Com R7 e G1












