Estacionamentos registram diferença de até 1.900% nos preços cobrados, segundo pesquisa

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O levantamento foi realizado em 138 estacionamentos particulares situados na área central da Capital

26/09/2019 07h20
Por: Redação

Pesquiosa do Procon Estadual divulgada nesta quinta-feira (26) registrou variação de preços em 1.900% nos valores cobrados por empresas particulares de estacionamento na área central de Campo Grande. Foram visitados 138 estabelecimentos entre os dias 10 e 19 de setembro.

De acordo com o Procon, apenas 105 empresas estão sendo divulgadas na pesquisa, pois as outras 33 visitadas pelo órgão, não possuía Alvará de Localização e Funcionamento, configurando desobediência ao Código de Defesa do Consumidor.

Durante levantamento, o Procon detectou pontos divergentes ou que suscitam dúvidas uma vez que, no exercício do livre comércio, alguns locais utilizam métodos que, levados em consideração, os cálculos a respeito de tempo de utilização “não fecham”.

Um exemplo é de um estacionamento localizado na avenida Afonso Pena no centro de Campo Grande onde para permanência de 15 minutos para carro ou moto são cobrados R$ 3,00. Para 30 minutos o valo pago é de R$ 5,00 para carro e R$ 3,00 para motos, valores que permanecem se o tempo de utilização for de 45 minutos ou 1 hora. Já a diária para carro é cobrada a R$ 15,00 enquanto para moto fica em R$ 10,00.

A pesquisa detectou diferença nas cobranças que vão de 0% a 1.900% levando-se em conta que o tempo adicional de 15 minutos, para motos, custa R$ 5,00 em uma empresa, enquanto em outra, a cobrança é de R$ 0,25. Outra variação considerável 1.700% diz respeito à permanência de motos por 15 minutos que em um estacionamento são cobrados R$ 9,00 enquanto em outra empresa visitada é de apenas R$ 0,50.

A pesquisa, conforme demonstram as planilhas no final da reportagem, registrou, também alguns itens que não há diferença de preços nos estabelecimentos visitados como é o caso de diárias para motos ou para carros.


Estacionamentos registram diferença de até 1.900% nos preços cobrados, segundo pesquisa