Uruguai: ficção sobre lavagem de dinheiro disputa vaga no Oscar 2020

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28/09/2019 18h46
Por: Agência Brasil

O filme Así habló el cambista, (Assim falou o cambista, em tradução livre) foi o escolhido pelo Uruguai para representar o país na categoria de filme estrangeiro no Oscar 2020. Dirigido por Federico Veiroj, o filme conta a história de Humberto Brause, um banqueiro determinado a lavar a maior quantidade de dinheiro possível, em uma Montevidéu da década de 1970.

A obra, que teve sua estreia no início deste mês no Festival de Cinema de Toronto, no Canadá, já foi exibida no festival de San Sebastián, no País Basco, e segue agora para o festival de Nova Iorque, onde será visto no início de outubro. O filme está em cartaz em diversas salas no Uruguai e ainda não tem previsão de estreia no Brasil.

Así habló el cambista é o quinto filme do diretor Federico Veiroj, que nasceu em 1976, em Montevidéu, e tem dupla nacionalidade, espanhola e uruguaia.

O filme se passa na década de 1970, quando o Uruguai parecia atrair a lavagem de dinheiro, ficando conhecido, inclusive, como paraíso fiscal. O personagem principal, Humberto Brause, encenado pelo ator uruguaio Daniel Hendler, se dedica a enriquecer com a compra e a venda de divisas estrangeiras, passando por cima do que for preciso para concretizar seu plano. O roteiro foi baseado no livro homônimo, escrito por Juan Enrique Gruber, em 1979.

Não é a primeira vez que Veiroj tem um filme selecionado para representar o Uruguai no Oscar. Em 2010, seu segundo longa-metragem, A vida útil, também foi candidato ao prêmio. Além de ter sido selecionada em mais de 100 festivais em todo o mundo, foi exibida comercialmente em Argentina, México, França, Brasil, Chile, Venezuela, Holanda, Estados Unidos, Japão e Inglaterra.
O filme Así habló el cambista, (Assim falou o cambista, em tradução livre) foi o escolhido pelo Uruguai para representar o país na categoria de filme estrangeiro no Oscar 2020. Dirigido por Federico Veiroj, o filme conta a história de Humberto Brause, um banqueiro determinado a lavar a maior quantidade de dinheiro possível, em uma Montevidéu da década de 1970.

A obra, que teve sua estreia no início deste mês no Festival de Cinema de Toronto, no Canadá, já foi exibida no festival de San Sebastián, no País Basco, e segue agora para o festival de Nova Iorque, onde será visto no início de outubro. O filme está em cartaz em diversas salas no Uruguai e ainda não tem previsão de estreia no Brasil.

Así habló el cambista é o quinto filme do diretor Federico Veiroj, que nasceu em 1976, em Montevidéu, e tem dupla nacionalidade, espanhola e uruguaia.

O filme se passa na década de 1970, quando o Uruguai parecia atrair a lavagem de dinheiro, ficando conhecido, inclusive, como paraíso fiscal. O personagem principal, Humberto Brause, encenado pelo ator uruguaio Daniel Hendler, se dedica a enriquecer com a compra e a venda de divisas estrangeiras, passando por cima do que for preciso para concretizar seu plano. O roteiro foi baseado no livro homônimo, escrito por Juan Enrique Gruber, em 1979.

Não é a primeira vez que Veiroj tem um filme selecionado para representar o Uruguai no Oscar. Em 2010, seu segundo longa-metragem, A vida útil, também foi candidato ao prêmio. Além de ter sido selecionada em mais de 100 festivais em todo o mundo, foi exibida comercialmente em Argentina, México, França, Brasil, Chile, Venezuela, Holanda, Estados Unidos, Japão e Inglaterra.

Uruguai: ficção sobre lavagem de dinheiro disputa vaga no Oscar 2020