Ele está sendo ouvido neste momento na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) de Paranaíba.
08/10/2019 18h25
Por: Redação
Após três dias do crime, o policial militar ambiental Lúcio Roberto Queiroz da Silva, de 36 anos, suspeito de matar a esposa Regianni Araújo, de 32 anos e o suposto amante dela, Fernando Enrique Freitas, de 31 anos, em Paranaíba, se apresentou na tarde desta terça-feira (8) no Posto da Polícia Militar Rodoviária (PMR).
De acordo com o criminalista José Roberto da Rosa, o suspeito temia por sua vida e estava escondido em uma propriedade rural do município.
“A preocupação em se manter em um local seguro era preservar sua própria vida, uma vez que chegaram informações de que ele poderia ser morto por familiares da vítima”, afirma José Roberto.
Ele está sendo ouvido neste momento na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) de Paranaíba.
Nessa segunda (7) a Justiça decretou a prisão temporária de 30 dias para o policial que era considerado foragido. A defesa pretende pedir a traferência do militar para Campo Grande.
O crime
Desconfiado de que estava sendo traído, o policial militar ambiental Lúcio Roberto Queiroz da Silva, matou a tiros na noite deste sábado (5) a esposa Regianni Rodrigues Araújo, 32, e o suposto amante, o corretor de imóveis, Fernando Enrique Freitas, 31, em Paranaíba.
O duplo homicídio, motivado por ciúmes e uma suposta traíção, teria ocorrido depois que o policial ter recebido em seu aparelho celular ‘prints’ de mensagens trocadas entre a esposa e o corretor de imóveis que comprovariam o relacionamento extra-conjungal.
Ainda conforme as investigações, foi a mulher do corretor de imóveis, quem enviou prints de conversas dele com Regianni para o marido dela, Lúcio.
O policial teria vasculhado o celular da esposa e, ao não encontrar vestígios das mensagens, teria partido à procura do corretor, que fica próximo ao Centro de Eventos Carnaíba, na Rua Osvaldo Silva Brandão.
De acordo com relatos do boletim de ocorrência, registrado pela Polícia Militar (PM), junto à Polícia Civil, a sogra e esposa de Fernando estavam na casa e disserm de Lúcio chegou alterado e com a arma na mão, entrando em luta corporal com a vítima na sala do imóvel e logo após efetuou disparos de arma de fogo. fernando saiu correndo e caiu morto no quarto.
Transtornado Lúcio teria retornado para a residência dos pais, onde a esposa estava, e atirado contra ela no sofá da sala, com marca de entrada de projétil do lado direito, abaixo das costelas, segundo relatos do próprio pai do autor.
O pai ainda disse que tentou segurar o filho para que ele não utilizasse a arma de fogo contra a nora, porém, não conseguiu evitar o crime. Após os disparos, o autor deixou a arma de fogo, uma pistola calibre .40 pertencente a PM, com carregador vazio na estante da sala e saiu em um veículo Fiat Siena com placas de Paranaíba, estando foragido até a presente data.





















