Alan Guedes propõe projeto para chegar ao piso nacional, mas professores mantém greve

280
(Foto: Prefeitura de Dourados)

O Prefeito Alan Guedes esteve novamente reunido ontem (17) com os representantes do Simted (Sindicato Municipal dos Trabalhadores em Educação de Dourados) para dar seguimento às negociações do reajuste salarial de 2022 da categoria, porém os educadores definiram por manter o movimento grevista durante assembleia da categoria.

Durante reunião com executivo, o prefeito propôs a criação do Fórum Permanente de Valorização da Educação, com as datas das reuniões agendadas para os meses de março, abril, maio e junho, no intuito de tratar a possibilidade do alcance do piso salarial de 20 horas, com o envio de um Projeto de Lei Complementar à Câmara Municipal dos Vereadores, ainda no ano de 2022, indicando na primeira Sessão, após o recesso do primeiro semestre.

Com relação ao reajuste, o prefeito garantiu o piso nacional aos professores no valor de R$ 3.846,14 para 40 horas trabalhadas semanais e manteve a proposta apresentada ao Sindicato de 8% a partir de abril de 2022, 7,5% a partir de agosto e 2,39% a partir de dezembro.

“O Poder Executivo se dispõe a explicar as possibilidades orçamentárias, apresentar estudos e trabalhos em conjunto com a categoria”, ressaltou.

Assembleia

Alan Guedes propõe projeto para chegar ao piso nacional, mas professores mantém greve

Os educadores realizaram assembleia logo após reunião na prefeitura e optaram por manter a greve, iniciada oficialmente na segunda-feira (14). A paralisação chega ao quinto dia nesta sexta-feira (18).

Na contraproposta enviada ao administrativo municipal, os educadores aceitavam o parcelamento em três vezes, no entanto, com os índices de 18,8% retroativo a janeiro, 5,9% em agosto e outros 5,9% para dezembro.

Conforme a assessoria de imprensa do Simted, o sindicato irá se posicionar via ofício com uma proposta, em nova tentativa de negociação.

Eles reivindicam da prefeitura reajuste de 33,24% do piso nacional. Servidores administrativos de escolas e centros de educação infantil também aderiram à greve para reivindicar 10,6% de reposição da inflação do ano passado.