Após anúncio de morte por H3N2 na Capital, Estado registra 2ª morte pelo vírus da gripe

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Na manhã desta terça-feira (28) a Secretaria Estadual de Saúde (SES) emitiu um boletim com o registro da primeira morte no Mato Grosso do Sul, causada pela cepa H3N2. Mas agora tarde, o coronel bombeiro, Marcello Fraiha, assessor militar da secretaria, -fez comunicado do segundo caso, desta vez em Corumbá.

De acordo com o assessor militar da SES, a vítima teve os primeiros sintomas em 17 de dezembro e deu entrada no tratamento intensivo da Santa Casa de Corumbá três dias depois, falecendo na tarde desta terça. A confirmação para H3N2 ocorreu em 21 de dezembro. No período, ela ficou internada em leito de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A primeira vítima do vírus trata-se de um jovem, de 21 anos, que deu entrada no CRS Nova Bahia no dia 20 de dezembro e veio a óbito no dia 21 de dezembro. Conforme a nota da SES ele não possuía comorbidades e também não pertencia ao grupo indicado pelo Ministério da Saúde a receber a vacina da gripe.

Ainda de acordo com Marcello Fraiha, a vacina contra gripe aplicada este ano em grupos específicos no Brasil não protege contra a variante Darwin da cepa H3N2 da Influenza A, mas já reduz o risco. Doses do imunizante capaz de conter a nova variante chegam em março, conforme calendário do Ministério da Saúde.

A SES recomenda que a população siga as recomendações de biossegurança recorrendo a máscara, higienização das mãos e evite aglomeração. Qualquer sintoma de síndrome gripal seja febre, dor de garganta ou dor no corpo, procure uma unidade de saúde.

Já a Secretária Municipal de Saúde (Sesau) lembrou as melhores armas contra a infecção, de qualquer tipo, continuam sendo o uso de máscaras, higiene de mãos e etiqueta respiratória, em geral, não só lembrar da Covid. E que aliada com as vacinas, covid e gripe, que estão disponíveis em todas as unidades de Saúde, a prevenção supera ou não deixará números maiores aparecerem.

A vacinação para para influenza A e seus subtipos está disponível nos postos de saúde de Campo Grande. São considerados grupos prioritários crianças de 6 meses a 6 anos de idade. Trabalhadores de saúde, da área da segurança, das Forças Armadas, pessoas privadas de liberdade e idosos acima dos 60 anos.