Após o 0 a 0 no tempo normal, seleção brasileira foi derrotado por 5 a 4 nas penalidades diante de 16 mil torcedores no Pacaembu, neste domingo (1)
01/09/2019 17h05
Por: Lance
Após um 0 a 0 no tempo normal, a seleção brasileira Feminina foi derrotada nos pênaltis pelo Chile e ficou com o vice-campeonato do Torneio Uber Internacional, em jogo realizado neste domingo (1), no Pacaembu, em São Paulo. Apesar do controle do jogo durante os 90 minutos e das três cobranças defendidas pela goleira Aline Reis, a pontaria das brasileiras não estava em dia e a derrota por 5 a 4 na disputa foi inevitável.
Com as sete alterações promovidas por Pia em relação à vitória sobre a Argentina, na última quinta-feira, o Brasil não teve o rendimento e sentiu falta, principalmente, de Tamires pela lateral esquerda. Além disso, o último passe não saiu como o esperado e as finalizações não estavam afiadas. Nesse cenário a decisão teve de ir para os pênaltis.
Chuva e poucas chances
O jogo começou com o Brasil indo para cima do Chile, mas encontrava um adversário difícil de ser batido: a chuva e o campo encharcado. Mas mesmo assim teve uma boa chance para abrir logo aos dois minutos, com Bia Zaneratto, mas a goleira Endler evitou.
Temporal esfria ritmo do jogo
Com o campo impraticável, a qualidade da partida caiu vertiginosamente, com mais briga do troca de passes. Andressa Alves conseguiu um espaço para sair na cara do gol, mas Soto fez a falta para evitar o lance de perigo. A chilena só levou o amarelo, apesar das reclamações das brasileiras.
Tempestade para e Brasil volta a ter chance
Conforme a chuva foi diminuindo, o futebol foi voltando aos poucos. O Chile assustou com um belo chute de Lara, mas Aline Reis fez linda defesa. Ludmila, que havia acabado de entrar, fez grande jogada em velocidade pela direita e cruzou para trás, porém Bia Zaneratto perdeu chance incrível pouco antes do apito final do primeiro tempo.
Mudanças no intervalo e chance na volta
Pia Sundhage promoveu duas alterações para o segundo tempo: Chú no lugar de Millene e Luana no lugar de Aline Milene. E a aposta quase deu certo quando aos cinco minutos Chú arriscou chute de fora da área e obrigou a goleira Endler a fazer mais um boa defesa.
Velocidade de Ludmila e muito chuveirinho
Assim que Ludmila pegava na bola, o público do Pacaembu já se agitava, uma vez que era com ela que as melhores chances nasciam, no entanto a insistência das jogadoras era por alguns chuveirinhos, que facilitaram a vida da zaga chilena. A verdade é que durante praticamente todo o segundo tempo, o Brasil não assustou as adversárias.
Susto no fim e caminho para os pênaltis
Enquanto o Brasil não transformava seu controle em chances de gol, o Chile quase abriu o placar em um lance de infelicidade da zaga brasileira. Após cruzamento para a área, Formiga desviou a bolta bateu em Bruna e quase entrou.
Brasil aperta antes dos pênaltis
Faltando pouco tempo para acabar o jogo, as brasileiras ainda tiveram duas boas oportunidades para vencer ainda no tempo normal, mas mais uma vez a finalização não saiu como o esperado e a partida foi para os pênaltis.











