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Nas últimas 24 horas, Mato Grosso do Sul teve mais três óbitos decorrentes do vírus da gripe Influenza H3N2. Ao todo, o Estado já soma 65 mortes, desde início do ano, uma média 2,2 por dia.

Os óbitos foram de pessoas entre 57 e 90 anos nos municípios de Campo Grande, Ponta Porã e Fátima do Sul. A vítima ponta-poranense, de 67 anos, não tinha comorbidades.

Já em relação ao novos casos de contaminação do H3N2, 373 acometidos com a infecção, a média de casos é de 9,1 em relação aos últimos sete dias. As novas confirmações foram na Capital, Dourados, Ponta Porã, Chapadão do Sul, Fátima do Sul, Miranda, Nioaque, Sidrolândia e Taquarussu.

A Influenza

A influenza é uma infecção viral aguda que afeta o sistema respiratório. É de elevada transmissibilidade e distribuição global, com tendência a se disseminar facilmente em epidemias sazonais, podendo também causar pandemias.

O período de incubação dos vírus influenza é geralmente de 2 dias, variando entre um e quatro dias. Os sinais e sintomas da doença são muito variáveis, podendo ocorrer desde a infecção assintomática, até formas graves.

A doença tem início, em geral, com febre alta, seguida de dor muscular, dor de garganta, dor de cabeça, coriza e tosse. A febre é o sintoma mais importante e dura em torno de três dias. Os sintomas respiratórios como a tosse e outros tornam-se mais evidentes com a progressão da doença e mantêm-se em geral de três a cinco dias após o desaparecimento da febre. Alguns casos apresentam complicações graves, como pneumonia, necessitando de internação hospitalar, quadro que também pode ser desenvolvido com a Covid-19, além de outras viroses respiratórias.

A vacina influenza é uma das medidas de prevenção mais importantes para proteger contra a doença, além de contribuir na redução da circulação viral na população, bem como suas complicações e óbitos, especialmente nos indivíduos que apresentam fatores ou condições de risco.

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