A nova administração será válida pelo próximo biênio 2019/2020
31/10/2018 18h43
Por: Redação
O desembargador Paschoal Carmello Leandro foi eleito, hoje (31), o novo presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS), tendo como vice o desembargador Carlos Eduardo Contar e Sérgio Fernandes Martins, na função de Corregedor-geral de Justiça. A eleição foi realizada no Tribunal do pleno.
Ele irá estar a frente da instituição nos anos de 2019 e 2020, ficando no lugar do desembargador Divoncir Schreiner Maran. A escolha do novo presidente foi feita por 28 votos favoráveis, dos 32 desembargadores. Carmello fez questão de agradecer o apoio recebido.
“Sinto-me envaidecido em ser eleito e, em razão da excelente administração do colega Divoncir: serena, equilibrada e transparente, tenho certeza que faremos as tratativas rotineiras da transição administrativa com tranquilidade e em breve lapso temporal”, disse.
O presidente eleito comprometeu-se a ouvir os colegas, notadamente os que cumpriram nos últimos anos o mister de presidir o Poder Judiciário Sul-mato-grossense, visando o aprimoramento das atividades administrativas e jurisdicionais no Tribunal de Justiça.
“Nossos pensamentos estarão voltados à valorização dos magistrados e de todos os servidores de 1º e 2º graus, intensificando a qualificação e o aprimoramento indispensáveis à melhoria na prestação jurisdicional. E, nesse desiderato, utilizaremos os recursos tecnológicos, já conquistados e a conquistar, e com os meios de solução de conflitos reduzir a judicialização. Adotaremos medidas possibilitando o estreitamento nas relações institucionais com o CNJ e os Tribunais Superiores, assim como os poderes Executivo e Legislativo estadual, federal e municipal. Tenho certeza que, na árdua tarefa de dirigir o Poder Judiciário de MS, contarei com a valorosa colaboração dos nobres pares, em especial dos colegas eleitos a Vice-Presidente e Corregedor-Geral de Justiça, os quais parabenizo pela almejada conquista!”, frisou novo presidente.
A Desembargadora Tânia Borges seria, pela linha sucessora, a próxima presidente a assumir o TJMS. Mas por conta do afastamento que sofreu pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça) no dia 9 de outubro, ela cedeu espaço para Paschoal Carmello. Ela foi afastada do cargo por ajudar o filho suspeito por tráfico de drogas.





















