Outras quatro pessoas tiveram mercadorias apreendidas por não terem documentação de importação
07/04/2019 15h20
Por: Redação
O Departamento de Operações de Fronteira (DOF) prendeu três pessoas por tráfico de drogas na madrugada deste domingo (7), durante abordagem no trevo da cidade de Laguna Carapã – BR 463 e MS 379 – em um ônibus que fazia o itinerário Ponta Porã a Campo Grande. Também foram identificados outras quatro pessoas com produtos sem documentação de origem, caracterizando o crime de descaminho.
Segundo o DOF, durante a abordagem ao ônibus, foi identificado o primeiro passageiro de 29 anos, portanto uma mochila que continha no seu interior um tablete de pasta base de cocaína e outro de cocaína, totalizando 1,7 quilos. Ele alegou que recebeu R$ 400 para levar a droga até a rodoviária de Campo Grande.
No mesmo ônibus, um casal de 24 e 31 anos, também foram presos com 8,5 quilos de maconha. Os dez tabletes estavam em uma das malas de viagem, no bagageiro do ônibus. Os policiais chegaram até a droga, após identificarem o ticket de passagem.
Questionada, a mulher disse que eles realizaram um empréstimo e foram até o país vizinho, Paraguai, onde adquiriram o entorpecente por R$ 150 o quilo. A droga seria revendida em Campo Grande e Coxim. O homem, que se apresentou como soldado do Exército Brasileiro, não respondeu a nenhuma pergunta dos policiais.
Ainda nas buscas ao bagageiro do ônibus, os policiais encontraram diversos produtos adquiridos no Paraguai. Dois homens de 42 e 71 anos apresentaram cupons fiscais do Paraguai de produtos com alto valor agregado, dentre eles, parelhos de smartphones, relógios e caixas de som, totalizando aproximadamente R$ 70 mil. As mercadorias tinham destino a cidade de Cuiabá (MT).
Outro homem de 52 anos estava com quatro volumes grandes de roupas prensadas com destino à São Paulo (SP) e um quarto autor, de 47 anos, estava com dois volumes grandes de roupas e brinquedos prensados, em que entregaria na cidade de Recife (PE).
Todos eles não possuía documentação fiscal de importação regular dos produtos, sendo as mercadorias apreendidas e encaminhadasposteriormente, na Receita Federal.
As ocorrências foram registradas na Delegacia de Repressão aos Crimes de Fronteira (Defron)





















