Publicado em 20/04/2018 14h03
Fazendeiro morto por pistoleiros já hospedou membro do Comando Vermelho
Morador da Rocinha foi preso com documento falso quando vigiava posto da PRF, na BR-463, uma das principais rotas do narcotráfico
Da redação
O fazendeiro Luiz Brunetta, morto por pistoleiros na noite de ontem (19), em uma fazenda perto da BR-463, em Ponta Porã, era suspeito de ligação com facção criminosa Comando vermelho, que atua nas favelas do Rio de Janeiro e atualmente estão em guerra pelo controle do narcotráfico, no país vizinho , Paraguai.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF), em fevereiro do ano passado, havia prendido um integrante da facção, que estava hospedado na fazenda de Luiz Brunetta, local onde ocorreu a execução do mesmo.
Na época, foi preso Gerisvaldo de Jesus Santos, 36, morador na Favela da Rocinha, no Rio de Janeiro, usava documento falso quando foi preso por policiais rodoviários federais. Segundo a PRF, ele tinha a missão de vigiar o posto Capey, onde fica a única base da polícia, na BR-463, entre Ponta Porã e Dourados, local considerado como rota para o tráfico de drogas e contrabando.
A EXECUÇÃO
O crime ocorreu na noite de ontem, quando o funcionário Ricardo Dias Campos, de 64 anos, baleado com quatro disparos, chegou no posto Capey da PRF pedindo socorro, e dizendo que pistoleiros apareceram na fazenda Santa Edwirges, atirando nele e em seu patrão, Luiz Brunetta, de 62 anos.
Ricardo foi socorrido para hospital da Vida em Dourados, e uma equipe da PRF e Polícia Civil foi até a fazenda, onde encontraram o corpo do dono da fazenda.
Em cima de uma mesa, próximo ao corpo, foi encontrado um tablete de maconha.











