Homem é preso por usar nome de major morto para comprar moto e televisores

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Outros dois, também foram presos, após comprarem os aparelhos de TV

24/04/2019 07h40
Por: Redação

Um homem de 52 anos foi preso na noite desta terça-feira (23) tentando comprar uma motocicleta, em Campo Grande, com documentos falsificados do major do Exército, Paulo Setterval, assassinado a facadas em Bonito, no últiimo dia 15 de abril. O autor já havia comprado três televisões em uma outra loja com o mesmo documento.

O plano foi descoberto por um funcionário da loja de motocicletas, quando o autor apresentou-se com documentos falsos em nome do major de Paulo Settervall, tentando comprar uma moto no valor de R$ 16.832. O vendedor ao ver o nome do major do Exército, lembrou de ter lido em jornais sobre sua morte em Bonito, e assim, enquanto o falsário preenchia as documentações para compra da motop, acionou a polícia.

Quando os policiais chegaram, o suspeito acabou confessando que comprou o RG de um desconhecido morador do Jardim Los Angeles.

Com a utilização do documento, ele disse que já havia adquirido em uma loja de eletrodomésticos, três televisores,s endo duas delas de 50 polegadas dando como entrada R$ 1,2 mil em dinheiro e o restante usando o documento falso em nome do major do Exército.

Os aparelhos foram repassados a um receptador de 30 anos, no bairro Universitário, pelo valor de R$ 2,4 mil.

Em diligência à casa do receptador, os policiais civis encontraram uma das televisões compradas de falsário, além de uma pistola calibre 380. O suspeito ainda tentou esconder um aparelho celular embaixo do sofá. O suspeito, informou que a segunda TV havia sido vendido a seu irmão, de 33 anos, que também acabou preso.

Na delegacia, o receptador contou que lucrava coma venda dos produtos e que tinha tentando fazer a compra na loja, mas seu crédito não havia sido aprovado.

Sobre a pessoa que vendeu a documentação falsa nenhum dos três soube dizer quem era. Eles foram autuados por associação criminosa, uso de documento falso e porte ilegal de arma de fogo na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) do Centro.

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