O grupo podera ser mantido no RDD (Regime Disciplinar Diferenciado) por até 1 ano.
15/10/2019 06h53
Por: Redação
A Justiça Federal autorizou na segunda-feira (14), a transferência de investigados Jamil Name, Jamil Name Filho e os policiais Márcio Cavalcanti e Vladenilson Olmedo na operação Omertá para o Presídio Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte.
Os quatro foram presos por uma força-tarefa do pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e pelo Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (Garras), com apoio da Polícia Militar do estado para desarticular a suposta organização criminosa.
Os empresários Jamil Name e o filho, Jamil Name Filho, são suspeitos de chefiarem um grupo criminoso do jogo do bicho responsável pela execução de desafetos em Mato Grosso do Sul.
No sábado (12), os suspeitos foram levados para o Presídio Federal de Campo Grande depois de uma determinação da Justiça com base em um pedido da Polícia Civil e do Gaeco.
No pedido formulado, aponta a impossibilidade do sistema estadual de custodiar essas lideranças da organização e impedir que eles planejem atentados contra pessoas que trabalham nas investigações.
A transferência para Mossoró leva em conta a mesma suspeita. De acordo com a decisão da Justiça, os presos devem ficar por 70 dias em regime emergencial e após entrega de toda documentação podem permanecer por até doze meses no Regime Disciplinar Diferenciado.
Para o Gaeco, a organização criminosa é responsável por encomendar pelo menos três execuções em Campo Grande, sendo do policial militar reformado Ilson Martins Figueiredo, ocorrido em 11 de junho do ano passado; do ex-segurança Orlando da Silva Fernandes, em 26 de outubro de 2018; e do estudante de Direito Matheus Xavier, em abril deste ano.





















