Empresário, seu filho e dois policiais civis já tiveram pedido rejeitado
29/09/2019 16h59
Por: Redação
O desembargador Sideni Soncini Pimentel, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, negou neste domingo (29) pedidos de liberdade a dois funcionários da família Name, presos durante a operação Omertá, Luiz Fernando da Fonseca e Euzébio de Jesus Araújo e também ao policial federal aposentado Everaldo Monteiro de Assis.
A operação foi desencadeada pelo Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado (Gaeco), força-tarefa da Polícia Civil que investiga as execuções na Capital, Delegacia Especializada de Repressão a Roubo a Banco, Assalto e Sequestros (Garras) e Batalhão de Choque da Polícia Militar. A ação resultou na prisão de 19 pessoas suspeitas de integrar uma milícia que seria responsável por pelo menos três execuções em Campo Grande.
A defesa de Luiz Fernando e Euzébio argumento que os clientes “são meros serviçais” da família Name e que não possuem nenhuma ligação com a atividade ilícita atribuída aos patrões. De acordo com o Gaeco, Jamil Name e Jamil Name filho chefiavam a milícia. Porém, o desembargador Pimentel afirmou “ser necssária a continuidade da medida temporária pelo prazo previsto na lei”, ou seja, 30 dias de detenção.
EM relação ao policial federal aposentado, preso em Bonito, a defesa pediu sua liberdade alegando que ele sofreu constrangimento ilegal por parte do juiz Marcelo Ivo, da 7ª Vara Criminal de Competência Especial de Campo Grande, rsponsável pela expedição da ordem de prisão. Além disso, completam que ele possui “bons antecedentes e trabalho fixo”, sendo desnecessária a prisão.
Pimentel no entanto rebate a defesa e diz que não há indícios de que foram furtadas as senhas de acesso do policial federal aos sistemas de buscas da corporação. Contra Assis, o Gaeco aponta a busca por dados de um fazendeiro na região de Bonito que seria alvo da milícia.
Outra negativas
No sábado (28) a Justiça já havia negado pedido de habeas corpus para Jamil Name e Jamil Name Filho. Também houve negativa para os policiais civis Vladenilson Daniel Olmedo e Márcio Cavalcanti da Silva.











