Emanuel Díaz Gómez, 23 anos, foi executado no meio da rua do bairro Virgem de Caacupé, em Pedro Juan Caballero.
25/10/2019 16h12
Por: Redação
Mais uma execução é registrada em Pedro Juan Caballero, fronteira com Ponta Porã. Emanuel Díaz Gómez, 23, foi executado nesta tarde por pistoleiros, no meio da rua do bairro Virgem de Caacupé. Na manhã de hoje, a cidade havia registrado outras duas mortes, sendo uma das vítimas, um policial paraguaio.
Emanuel, com passagem pela policia por tráfico de drogas e posse de arma foi atacado por pistoleiros, na esquina das ruas Juan de Ayolas e Nações Unidas. Ele estava em uma motocicleta, quando foi alcançado e morto com mais de 20 disparos de pistola calibre 9mm, segundo site Porã News.
A vítima morreu antes da chegada do socorro. Policiais encontraram com Emanuel, uma pistoa no calibre 9mm. Os autores fugiram em uma motocicleta.
Investigadores da Policía Nacional do Paraguai em Pedro Juan Caballero, informou que ele era o braço direito de Elton Leonel Rumich da Silva (34), conhecido como “Galã”, preso no estado do Rio de Janeiro, em 27 de fevereiro, quando fazia uma tatuagem na perna direita em Ipanema.
Galã é apontado como um dos principais líderes do PCC (Primeiro Comando da Capital) na fronteira e suspeito de ter liderado o ataque cinematográfico que culminou na execução do patrão do crime na fronteira, Jorge Rafaat Toumani, em junho de 2016.
Emanuel Gómez tinha sido preso em julho deste ano pela Senad (Secretaria Nacional Antidrogas) em Pedro Juan Caballero. Ele e Édgar David Esperanza Roja seguiam em uma Mercedes Benz pelo centro da cidade quando foram presos. Os agentes encontraram uma pistola 9 milímetros no carro, mas Emanuel ganhou liberdade dias depois.
Cinco horas antes, duas outras pessoas também foram executadas na cidade paraguaia. Foram mortos Luis Alberto Giménez Paranderi, 52 anos, mais conhecido como “Locote” e o Suboficial Darío Milcíades Morinigo Acosta, 30 anos.
Eles foram assassinados na frente de crianças de 3 anos, que teria ficado manchada com o sangue das vítimas, mas esta não foi atingida
Gimenez, é primo em segundo grau do narcotraficante brasileiro Jarvis Gimenes Pavão. Ele teve seu filho Luiz Eduardo Gimenez Ricardo assassinado no mês de agosto deste ano, quando chegava em sua casa e recebeu sete disparos de arma de fogo, não resistindo aos ferimentos e vindo a óbito.
De acordo com policiais paraguaios, os dois estavam na sala quando os pistoleiros invadiram a casa por volta de 10 horas e os mataram com 15 tiros de pistola 9 milímetros.
Jarvis Gimenes Pavão é apontado como um dos maiores fornecedores de cocaína do Brasil e está cumprindo a pena de 17 anos e 8 meses de prisão por tráfico de drogas e lavagem de dinheiro no presídio federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte.





















