Mais cedo, três morreram em confrontos com os policiais
12/04/2019 11h44
Por: Redação
Dois homens suspeitos de integrar uma quadrilha que planejava roubo contra três empresários em Dourados foram levados paro o Distrito Policial, durante execução da Operação Coruja de Minerva, realizada a Polícia Civil e Militar. Outros três integrantes acabaram mortos em confronto com a polícia na manhã desta sexta-feira (12) no Jardim Carisma, momento que se cumpriam oito mandados de busca e apreensão
De acordo com o site Dourados News, foi preso Luiz Fernandes de Jesus Prado, 22 anos, que seria foragido da Justiça por roubo.
Um outro suspeito, identificado apenas como ‘Costelinha’, ouvido e liberado, após cumprimento de mandado de busca e apreensão em sua residência.
A operação foi desencadeada nas primeiras horas desta manhã de sexta-feira, onde em uma das casas alvo da ação, houve confronto e três foram mortos.
Foram idendificados como sendo os irmãos Thaylor Rodrigues de Oliveira e Thalison Rodrigues de Oliveira, moradores no Jardim Canaã I e Antônio Alves da Silva Lima, 30 anos.
Thalison ainda chegou a ser socorrido com vida por equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital da Vida, porém, não resistiu aos ferimentos. Um revolvér que estaria na posse de Antônio foi apreendida. Na arma haviam três munições deflagradas.
Segundo o delegado, Rodolfo Daltro, as investigações da Operação Coruja de Minerva começaram a cerca de 10 dias com o monitoramento da quadrilha, que pretendia roubar três empresários. A ação aconteceria nesta sexta-feira (12), e a polícia já estava monitorando os suspeitos.
“O plano era manter as vítimas em cativeiro e levar os carros delas para o Paraguai”, disse o delegado.
Participaram da operação policiais civis do Setor de Investigações Gerais (SIG), 2º Distrito Policial e Delegacia de Repressão aos Crimes de Fronteira (Defron) e o Grupo Especializado Tático Motorizado (Getam).
Nome da Operação
Coruja de Minerva é inspirado na mitologia grega que cita a coruja como símbolo máximo da sabedoria e vigilância, ave que enxerga na escuridão, dando referência ao conhecimento das forças policiais sobre as ações desenvolvidas no submundo do crime.





















