06/06/2019 06h36
Por: Redação
Equipes da Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor de Mato Grosso do Sul (Procon/MS) e do Conselho Regional de Farmácia (CRF), autuaram uma farmácia por vender produtos vencidos, além de outras irregularidades constatadas.
Segudo o Procon/MS, a fiscalização chegou até o estabelecimento comercial, localizado na Avenida Júlio de Castilho, no Bairro Lar do Trabalhador, em Campo Grande, após receber várias denúncias feitas por meio do aplicativo “Fale Conosco”, disponível no site www.procon.ms.gov.br.
Entre as irregularidades encontradas, destaque para produtos expostos à venda direta sem apresentar preços, com prazo de validade expirada ou, ainda, sem qualquer informação sobre validade ou com informação ilegível, fatores que são classificados como infração à legislação e passíveis, inclusive, de multa.
De acordo com o Procon, sem expor preços, foram encontrados frascos de álcool hospitalar, frascos de solução de manitol (solução indicada na promoção de diurese em caso de falência renal), solução injetável endovenosa, fralda descartável para adultos, kit protetor solar, loção refrescante pós sol, pomadas para prevenção e tratamento de assaduras e para auxílio no tratamento de traumatismos, solução de desinfecção multipropósito, potes de alimento nutricional completo, teste de gravidez entre outros.
Em se tratando de produtos com validade vencida foram encontrados lenços umedecidos, condicionador para cabelos, creme para tratamento de choque e hidratação, kit para presentes contendo toalha umedecida e sabonetes, curativo à prova d’agua, protetor labial (manteiga de cacau) e sulfato de salbutamol, medicamento indicado para espasmos brônquicos associados a crises de asma. Ressalte-se que havia produtos vencidos desde o mês de janeiro deste ano.
Ainda no estabelecimento, havia produtos expostos à venda sem informação de vencimento ou com informações ilegíveis, entre os quais solução pós barba e lenços umedecidos. A exceção dos medicamentos para encaminhamento ao Conselho Regional de Farmácia, os produtos impróprios para consumo foram descartados na presença das fiscais.
“Para que se possa desencadear fiscalização é necessário que o consumidor esteja atento às irregularidades e as denuncie”, afirma o superintendente do Procon estadual, Marcelo Salomão.





















