25/04/2019 08h18
Por: Redação
A primeira reunião com Governo sobre reajuste do funcionalismo público estadua, acabou sem consenso, após o o secretário de Estado de Administração, Roberto Hashioka, afirmar que, além da extinção de abono de R$ 200 no mês de maio, não será concedido reajuste em 2019.
Oito dos onze sindicatos, dentre eles dos militares estaduais, que participavam da reunião, ocorrida na tarde de ontem (24), deixaram o local e prometem mobilizações contra a proposta a partir de hoje.
Segundo os sindicalistas, no ano passado, o abono de R$ 200 foi firmado em lei estadual 5.173 e tinha validade até 31 de março deste ano. O acordo feito era de incorporar esse valor no salário dos servidores a partir deste mês, caso o governo saísse do limite prudencial, o que não aconteceu.
Durante reunião, Roberto Hashioka, disse que a continuidade do desembolso iria infringir a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). O pagamento representa cerca de R$ 14 milhões na folha estadual, destinado a funcionários ativos e inativos.
O secretário explicou que única possibilidade do abono retornar aos salários é que a proposta seja encaminhada por meio de outro projeto de lei. O pagamento começou a ser feito em 2016, após negociação salarial, com ganho efetivo entre 4,4% e 20%, neste caso, para servidores com menor salário.
O presidente da Associação e Centro Social dos Policiais Militares e Bombeiros Militares (ACS), cabo Mario Sérgio Couto, afirmou que as categorias vão se mobilizar. “Vamos ter de fazer alguma coisa para ver se o governo nos enxerga”. Os servidores foram convocados a participar de mobilização amanhã, às 9h30, na Assembleia Legilativa do Mato Grosso do Sul (ALMS).





















