A avaliação sobre o atual governo federal, sob Jair Bolsonaro, continua com alta pontuação negativa, onde 76% dos brasileiros, consideram o governo de regular a ruim ou péssimo. Os dados, veja detalhe abaixo de cada situação, são mostrados em pesquisa semanal Modalmais, realizada em parceria com a AP Exata, divulgados na sexta-feira (28). Assim, se mostra que os índices de popularidade do governo Bolsonaro continuam a mostrar um cenário ruim para o governo.
Em detalhes, da avaliação ruim, de acordo com o levantamento, os que consideram o governo como “ruim” ou “péssimo” são 54,3% (0,1 ponto porcentual a mais do que na última pesquisa), uma rejeição “muita alta”, segundo o documento. Aqueles que avaliam o governo como “regular” representam 21,9% (0,1 p.p. a menos). E em outra ponta, em contradição a realidade do País, há 23,8%, que consideram a administração “ótima” (0,1 ponto porcentual a menos que no levantamento anterior).
A pesquisa destaca nesta semana o acirramento de ânimos entre o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Executivo. Nesta sexta-feira, Bolsonaro não compareceu à Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília, para prestar depoimento sobre o vazamento de dados sigilosos de investigação da Polícia Federal que apura ataques hackers às urnas eletrônicas, contrariando o que decidiu o ministro Alexandre Moraes no dia anterior.
“O episódio é mais um capítulo que alimenta a narrativa de que o STF atrapalha propositalmente o governo”, diz trecho do levantamento. “Bolsonaristas veem o Tribunal como oposição e como uma corte de esquerda, empenhada em ajudar a eleger Lula. Diante dessas interpretações, seguem muito proeminentes nas redes os pedidos de impeachment para os ministros, sobretudo Moraes.”
Economia
Na economia, a pesquisa também mostra que a PEC dos Combustíveis, proposta por Bolsonaro para reduzir a tributação sobre combustíveis, energia e gás, causou muitas críticas ao governo. “A maioria discordou que a proposta tenha efeito visível nos preços e previu agravamento da inflação e disparada do dólar. Informações recentes indicam que o presidente pode ter desistido de apresentar a PEC, levando a novas acusações de ‘amadorismo'”, aponta.











