Droga estava dividida em 74 tabletes dentro de uma quitinete
Uma denúncia sobre um possível ponto usado para armazenar drogas levou a Polícia Militar a apreender 78,4 quilos de maconha em um imóvel no bairro Amambaí, em Campo Grande, na noite de quinta-feira (17). A droga estava distribuída em 74 tabletes e foi localizada em uma quitinete na Travessa Lázaro Gonçalves Martins.
Segundo o registro policial, a equipe recebeu informações por volta das 20h de que uma casa próxima à Praça da Aquidauana estaria sendo utilizada como local de armazenamento e abastecimento de entorpecentes. O imóvel indicado tinha um portão laranja e ficava em uma via sem saída.
Ao chegar ao endereço, os policiais encontraram o portão entreaberto. Ainda no corredor de acesso à quitinete, a equipe teria percebido um forte cheiro de maconha. Durante a verificação, foram visualizados sacos contendo tabletes da droga.
Dentro do imóvel, os policiais encontraram mais tabletes sobre um sofá e porções já fracionadas na sala. Também foi localizada uma balança de grande porte, que, segundo o registro, estava em funcionamento.
Com o apoio de outras equipes, foi realizada uma busca mais detalhada no imóvel. Sob o sofá foram encontrados aproximadamente outros dez tabletes de maconha.
O local apresentava sinais de que era utilizado como moradia, com cama, fogão, geladeira, roupas e brinquedos infantis. Durante as diligências, os policiais também verificaram informações relacionadas à locação da quitinete.
Uma mulher, de 41 anos, que estava nas proximidades foi abordada e, conforme o registro policial, afirmou conhecer a moradora do imóvel onde a droga foi encontrada. Ainda segundo o relato, ela teria informado que sabia da existência de uma grande quantidade de droga na residência e que havia sido orientada a observar a movimentação de pessoas no local.
A mulher foi encaminhada para a delegacia e teve o celular apreendido para as providências da investigação. Os policiais também realizaram buscas em unidades de pronto atendimento da região após a informação de que a responsável pelo imóvel poderia ter levado a filha ao médico, mas ela não foi localizada.





















