08/01/2020 15h52
Por: Alan Diógenes
A PMA – Polícia Militar Ambiental autuou em 2019, 39 pessoas por caça ilegal. Número 30% maior que às autuações de 2018, quando houve 30 autuados. As multas também se elevaram foram 175,55% maiores em 2019, com relação ao ano passado. Foi aplicado um valor de R$ 141.800,00 em 2019 e R$ 51.460,00 em 2018.
Por meio de nota, a PMA informou que o aumento no valor não está ligado ao numero de ocorrências, mas em relação a espécie dos animais abatidos. Por exemplo, se o caçador abater um animal que não consta na lista de espécies brasileiras em extinção a multa é de R$ 500. Agora se o animal está na lista da CITIES (Convenção sobre Comércio Internacional de Espécies da Flora e da Fauna em Perigo de extinção) a multa é de R$ 5 mil.
“Para um caçador que abateu uma capivara a multa é de R$ 500. Para o abate de uma onça pintada (consta da lista de brasileira de espécies em extinção), ou um jacaré (consta da CITIES), a multa é de R$ 5 mil”, diz trecho da nota.
De acordo com a PMA, há também o fato de que vários caçadores serem autuados por abater o mesmo animal. Como aconteceu na cidade de Alcinópolis, em março do ano passado, quando nove homens foram multados pela caça de um jacaré, um total de R$ 45 mil.
Os policiais militares ambientais descobriram o abate de cinco jacarés, encontraram o couro de uma onça-pintada em Guia Lopes da Laguna e ainda resgataram dois pássaros da espécie “bicudo”, que está na lista brasileira de extinção. Também houve uma apreensão de grande quantidade de carne de cateto, em Juti. Na época, a multa por peso foi de R$ 43 mil.
O crime de caça ilegal também prevê pena de seis meses a um ano e meio de detenção. No ano passado os policiais também flagraram pessoas com armas de caça e munições, que acabaram presas por porte ilegal.





















