A Fiems será parceira de uma pesquisa internacional sobre o uso fracionado da vacina contra a covid-19. Reunião realizada entre o chefe de gabinete da presidência da Fiems, Robson Dal Casale, a secretária-adjunta da secretaria de Estado de Saúde, Christine Maymone, o infectologista da FioCruz (Fundação Oswaldo Cruz), Julio Croda, e o superintendente do Sesi, Régis Borges, alinhou a parceria.
A Fiems irá fazer a ponte com os trabalhadores da indústria para se voluntariarem na pesquisa. “Nós estamos levantando a nossa estrutura para verificar qual será nossa participação na ação. É necessária uma comunicação direcionada convidando participantes em nome da saúde e da ciência”, explica Del Casale.
De acordo com o infectologista da FioCruz, para consolidar o estudo é preciso de cerca de 1,5 mil pessoas entre 18 a 60 anos, que tomaram duas doses da Astrazeneca, da Coronavac ou da Pfizer há mais de seis meses. “O estudo vai comparar a resposta imunológica de quem tomou a dose inteira e quem tomou a dose fracionada”, explicou.
Croda destacou a necessidade de firmar parcerias para o sucesso da pesquisa. “A comunicação vai ser muito importante e o selo da Fiems, do ponto de vista de confiança, é muito importante para abrir as portas”, enfatizou.
Para a secretária-adjunta da SES é uma oportunidade única de trabalhar em conjunto com Secretaria Municipal de Saúde de Campo Grande (Sesau), FioCruz, UFMS e Sabin Vaccine Institute, dos Estados Unidos, em investigação financiada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Além do Brasil, a pesquisa é também desenvolvida no Paquistão.
Segundo Maymone, apenas na última semana foram registrados 4 mil casos de covid-19 em Mato Grosso do Sul. “Quanto mais pessoas temos vacinadas, mais controle e monitoramento temos da doença. Então, nós continuamos querendo salvar vidas”, ressaltou.











