A agenda governamental, como o Enfoque MS noticiou mais cedo, foi cumprida em Campo Grande, na manhã desta segunda-feira (18), pela comitiva do Governo Federal, em nome do Presidente Lula. Primeiro, foi a visita a central do CadÚnico da Capital, na SAS (Secretaria de Assistência Social). Os ministros seguiram após ao Bioparque do Pantanal, onde foi sancionada a Lei de proteção do Pantanal, onde discursaram e teve um ‘desabafo’ de Simone Tebet, prata da casa, e, elogio de Marina Silva, a políticos de Mato Grosso do Sul, mas com sua gafe de trocar nome do Estado.
De inicio, três ministros estiveram na Central CadÚnico, o do Desenvolvimento e Assistência Social e Combate à Fome, Wellington Dias; a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, e, a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet. Também participaram da visita o governador Eduardo Riedel e a prefeita Adriane Lopes, além da senadora Soraya Thronicke, os deputados federais Geraldo Resende (PSDB) e Camila Jara (PT) e Tiago Botelho, superintendente do Patrimônio da União no Mato Grosso do Sul
O CadÚnico é um instrumento coordenado pelo Ministério de Dias, para identificar e caracterizar as famílias brasileiras de baixa renda, sendo também pré-requisito para participação em mais de 30 programas e serviços disponibilizados.
MS passa a integrar o “Plano Brasil Sem Fome”, com recursos de R$ 120 milhões
Entre os projetos, quilombolas passam a integrar programa de apoio à agricultura sustentável O Proacinq (Programa de Apoio às Comunidades Indígenas e Quilombolas de MS), terá R$ 9,2 milhões em recursos. O programa já existia e atendia comunidades indígenas, mas foi ampliado aos quilombolas, para compra de sementes de adubos e equipamentos mais simples. Ao todo serão contemplados 15 mil indígenas em comunidades de 21 municípios do MS, e, 1 mil quilombos em MS.
Eventos concorrido
Os eventos aconteceram no Bioparque Pantanal, sendo divididos, às 10 horas, com autoridades em Cerimônia de Apresentação e Assinatura de Programas na Área Social. Às 11 horas, foi o Ato de Sanção da Lei do Pantanal.
As ações dos três ministros do Governo Lula, além dos já citados, reuniu grande parte da classe política de Mato Grosso do Sul. Senadores, deputados federais, estaduais, prefeitos e vereadores acompanharam as assinaturas de adesão ao Programa Brasil sem Fome à assinatura da Lei do Pantanal.
Marina foi a primeira a falar e elogiou o fato de a mesa de autoridades ter três mulheres que já concorreram à presidência: ela mesmo, Simone Tebet e Soraya Thronicke. Além disso, destacou a juventude de Camila Jara (PT) ,dizendo que sente-se feliz em ter, ao 65 anos, após lutar desde os 17, para quem passar o bastão.
Marina também elogiou o governador Eduardo Riedel, destacando ele e o governador do Pará pela sensibilidade em relação à necessidade de medidas para proteção ao meio ambiente .
“Vamos tirar o que não pode e apoiar o que pode. Podemos ser uma potência hídrica, agrícola, florestal, gerar emprego e renda… Estamos aqui abrindo um portal para o Brasil ser economicamente próspero, socialmente justo e sustentável”, declarou Marina, cometendo uma gafe no discurso, ao chamar Mato Grosso do Sul de Mato Grosso. Ela foi corrigida pela plateia, mas nem percebeu, já que continuou o discurso.
Desabafo de Simone
A ministra Simone Tebet pontuou a emoção de descer em Mato Grosso do Sul ‘de cabeça erguida’ um ano após tomar a decisão de apoiar Lula, o que a fez ter dificuldade para vir a Maro Grosso do Sul ver a família.
Segundo a ministra, agora muitos começam a entender o motivo da escolha dela, em defesa da democracia, liberdade e um país mais justo para todos.
A ex-senadora aproveitou para brincar com os presentes senadores Nelsinho Trad e Soraya Thronicke, afirmando que não está com saudade do Senado, já que se encontra muito feliz no processo de “reconstrução do Brasil ao lado do presidente Lula”.
Mais programas
Hoje, também, foi lançado o PAA (Programa de Aquisição de Alimentos), em que o governo federal irá repassar R$ 4 milhões, de forma imediata, para que o Estado compre produtos da agricultura familiar, que serão distribuídos para as famílias mais vulneráveis e para comunidades indígenas.




















