A Sul-mato-grossense Simone Tebet, ministra do Planejamento e Orçamento, do governo Lula, retorna ao Estado, pela primeira vez desde que se tornou titular do Ministério. Nesta segunda-feira (15), a agenda oficial e política, ja´foi extensa pela manhã, onde a ex-senadora, anunciou projetos e possíveis grandes benesses diretas pra Mato Grosso do Sul. Simone acompanhado do governador Eduardo Riedel anunciaram projeto de recuperação do Rio Taquari e que MS deve estar inserido em novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) de Lula. As ‘revelações’ ou anúncios ainda a serem ratificados sairam drante coletiva de imprensa sobre quais seriam os projetos em MS.
Simone e Riedel, anunciaram parcerias entre governo do Estado e Governo Federal nesta manhã, durante reunião com todo secretariado do Estado, em Campo Grande. Entre os projetos, o anúncio de parceria para recuperação do Rio Taquari, que já perdeu 65% das suas águas, que deve ter quase meio milhão de reais. A ministra do Planejamento, também ouviu demandas sobre Meio Ambiente, demandas sobre infraestrutura, além de revelar que MS pode integrar novo PAC de Lula (PT).
O governador Eduardo Riedel (PSDB), também pontou outras discussões em pauta. “A Ministra veio ouvir as demandas que o Estado tem em relação a diversos assuntos na área de meio ambiente, infraestrutura, PPPs, na área social. Uma discussão importante que envolve saúde, assistência social e direitos humanos. Uma discussão também é a indígena. Uma relação direta com o governo federal que a ministra está muito atenta”, disse o governador.
Sobre o Taquari ela disse: “O Rio Taquari já perdeu leito. Nem sabemos mais qual o leito do Rio Taquari. Tá todo assoreado. Não é obra de um governo só. Ainda não tem números finais, mas fica em torno de R$ 500 milhões”, declarou a ministra, explicando que o recurso seria conquistado por meio de financiamentos bancários internacionais, que têm interesse na preservação do Pantanal.
“Uma obra que em três ou quatro anos pode entregar, talvez a maioir obra estratégica para o futuro de MS e Brasil, que é a questão de resolver esse passivo ambiental e socioeconômico na região do Pantanal”, complementou.
PAC SAÚDE
Questionada durante coletiva de imprensa sobre quais seriam os projetos em MS, a ministra comentou sobre a saúde. “Uma das demandas é a saúde, a demanda reprimida dos municípios. Deixamos exames, consultas e cirurgias represadas por conta da pandemia. Esta é uma necessidade. Na infraestrutura estamos aguardando um novo PAC que vão mostrar o que será feito no governo federal com investimento público, o que será parceria público privada, as chamadas PPS e o que será concessionado”, afirma Simonet.
Tebet pontuou sobre a saúde e que muitos projetos já estão orçados e que Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) será lançado após agenda internacional do presidente Lla. “Todas questões dependem do lançamento do PAC que será lançado após a viagem do Lula do Japão. Pode ser em 3 semanas ou em um mês. A coordenação está por conta da casa civil. Muita coisa já está orçada. O orçamento vai ser liberado até o final do ano na questão de infraestrutura e logística outras dependem do anúncio do PPA”, disse Simone
Riedel sobre projetos
O governador lembrou que o projeto é prometido há muitos anos, mas nunca saiu do papel. “Trabalhar juntos na estruturação de um grande projeto , que se fala há tanto tempo em solucionar o problema e a gente quer ver essa obra avançar. São grandes projetos estruturantes que seremos parceiros”, comentou.
Riedel e Simone também falaram sobre investimentos para rodovias 163, 262, 267 e 409, que já está em obras, bem como o acesso da ponte em Porto Murtinho, para a Rota Bioceanica.
Na parte da infraestrutura, os recursos dependem do anúncio do novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que mudará de nome.
Simone e Riedel também falaram sobre saúde e possível parceria para mais recursos no do Governo Federal no Projeto “Mais Saúde e Menos Fila”. O Governo do Estado entrou com R$ 45 milhões e o Governo Federal, R$ 8 milhões, mas há expectativa de mais investimentos por parte do Governo Federal. O objetivo é reduzir a fila de espera por 15 mil cirurgias e 42 mil exames.
A ministra também prometeu que não vai “esquentar” emendas individuais e de bancada, assegurando a liberação de todos os recursos solicitados, desde que atendidos critérios técnicos.





















