Capitais geram um terço das vagas com carteira assinada em 2022

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(Foto: Divulgação/Funtrab)

Campo Grande aparece na 14ª posição do ranking das capitais

As 26 capitais brasileiras e o Distrito Federal criaram 428.286 vagas com carteira assinada em 2022, valor equivalente a pouco mais de um terço (35,7%) das 2 milhões contratações formais oficializadas no ano passado, segundo dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).

Lar de quase 10% da população e responsável pelo mesmo percentual do PIB (Produto Interno Bruto) nacional, a cidade de São Paulo (SP) também lidera o ranking de vagas formais no ano passado, com 188.727 (9,26%) mais contratações do que demissões.

A capital sul-mato-grossense, Campo Grande, aparece na 14ª posição, com 135.890 contratações, 123.029 de missões, mantendo um saldo positivo de 12.861 vagas com carteira assinada.

Confira a relação de todas as capitais:

Capitais abrem mais de 700 mil vagas formais em 2022

CidadeAdmissõesDemissõesSaldo
São Paulo (SP)2.686.9522.498.225188.727
Rio de Janeiro (RJ)805.674702.743102.931
Brasília (DF)406.753360.35246.401
Belo Horizonte (MG)520.809479.65541.154
Fortaleza (CE)303.044265.41937.625
Goiânia (GO)308.244273.79834.446
Salvador (BA)267.214233.54833.666
Curitiba (PR)509.525479.07330.452
Manaus (AM)222.105191.69930.406
Recife (PE)205.169178.70626.463
São Luis (MA)120.25497.87722.377
Porto Alegre (RS)267.280249.96817.312
Cuiabá (MT)118.959104.77414.185
Campo Grande (MS)135.890123.02912.861
Maceió (AL)86.53075.82110.709
Florianópolis (SC)131.098120.40510.693
Teresina (PI)78.23169.9008.331
João Pessoa (PB)81.59273.5698.023
Belém (PA)110.531102.5198.012
Vitória (ES)75.51667.8247.692
Natal (RN)83.63576.9726.663
Boa Vista (RR)41.70935.5356.174
Macapá (AP)34.11729.0585.059
Aracajú (SE)61.48655.9745.512
Rio Branco (AC)33.55829.1924.366
Palmas (TO)44.91640.7424.174
Porto Velho (RO)48.21144.3393.872

De todos os 5.570 municípios analisados pelo Ministério do Trabalho, 1043 (18,7%) apresentaram corte de vagas com carteira assinada e 62 (1,1%) igualaram admissões e desligamentos. Entre as perdas, sete cidades tiveram saldo negativo com mais de 1.000 postos formais de trabalho encerrados, com destaque negativo para Indianópolis (MG) e Lucélia (SP), com 2.776 e 2.701 demissões, respectivamente.

*com informações R7